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01/12/16

Grandes Físicos: KEPLER


KEPLER
(1571-1630)

Kepler é considerado o fundador da astronomia moderna.

Nascido em Wurtemberg (Alemanha) a vida de Kepler foi desventurosa, segundo os seus biógrafos. Não teve saúde, nem dinheiro, nem a proteção dos poderosos.
Quando concluiu os seus estudos foi-lhe dado um lugar de professor de Astronomia na Universidade de Graetz que ocupou durante sete anos.
As vicissitudes da sua vida levaram-no a deixar o lugar e foi então trabalhar com Tycho Brahe, reputado astrónomo dinamarquês, que o chamou a Praga.
Dotado de imaginação genial Kepler soube tirar dos dados das escrupulosas observações de Tycho a concepção de uma harmonia no movimento dos astros, formulando as leis das revoluções planetárias, as quais haviam de servir a Newton para estabelecer a lei da gravitação universal. Foi esta a sua grande descoberta.
Mas produziu ainda trabalhos de valor em diferentes ramos da Física e sobretudo da Óptica (refracção, fotometria, etc.).
Teve ainda um papel de relevo, que alguns historiadores consideram equivalente ao de Galileu, seu contemporâneo e amigo, na luta contra a os conceitos da física aristotélica.
al'>Em 1916 apresentou a «teoria da relatividade generalizada» que inclui uma nova teoria da gravitação.

Mais tarde, em 1928, surge a «teoria do campo unitário» a tentar abranger o campo gravitacional e o campo eléctrico.
Além de outras contribuições para a Física, também se lhe deve a «teoria dos fotões», muito importante para a interpretação dos fenómenos l

Grandes Físicos: EINSTEIN

EINSTEIN
(1879-1955)

Einstein foi o cientista mais famoso dos nossos dias.

Nasceu na Alemanha, de onde saiu com os pais aos 15 anos de idade.
Veio a concluir os seus estudos em Zurique (Suiça). Foi professoe em Berna, Zurique, Praga e Berlim.
Expulso da Alemanha como judeu, fixou-se nos Estados Unidos e ali morreu em 1955.
Tal como Newton, construiu uma nova síntese dos fenómenos dinâmicos (isto lhe valeu o nome de «Newton do século XX), o que não quer dizer que a física einsteiniana se oponha à clássica de Newton. Ela representa antes um maior grau de aproximação, um maior rigor, na interpretação dos fenómenos, e permite entrar nos domínios do microcosmo atómico.
As suas teorias apoiam-se em complicados e laboriosos cálculos matemáticos que poucos estão em condições de penetrar em toda a sua extensão. Mas os resultados fecundos advindos da aplicação das conclusões de Einstein têm imposto as suas leis de forma brilhante.
Celebrizou-se muito cedo com a «teoria da relatividade restrita» (1905), reformando os conceitos básicos de espaço, tempo e simultaneidade dos acontecimentos, aos quais não atribui um sentido absoluto como na dinâmica newtoniana.
Em 1916 apresentou a «teoria da relatividade generalizada» que inclui uma nova teoria da gravitação.
Mais tarde, em 1928, surge a «teoria do campo unitário» a tentar abranger o campo gravitacional e o campo eléctrico.
Além de outras contribuições para a Física, também se lhe deve a «teoria dos fotões», muito importante para a interpretação dos fenómenos l

Grandes Físicos: NEWTON


NEWTON
(1642-1727)
Foi o criador da Física matemática.

A revolução nas ciências físicas operada por Galileu atingiu a culminância com o génio de Newton, que nascia em Inglaterra no mesmo ano em que Galileu desaparecia.
Não tardou que o fio deixado por este fosse retomado com segura mão. O espírito da época era propício às grandes descobertas e os precursores das ideias novas eram numerosos e de valor.
Cedo se revelou a vocação de Newton para as matemáticas, de que foi mestre na Universidade de Cambridge. Descobriu ao mesmo tempo que Leibniz o cálculo infinitesimal, cujos métodos aplicou habilmente ao estudo dos fenómenos físicos e particularmente à Dinâmica.
É pela mão de Newton que a física entra no caminho das grandiosas sínteses e generalizações que relacionam mutuamente os fenómenos físicos, traduzindo-os por leis e princípios gerais.
A lei da gravitação universal é de todos elas a de mais largo alcance.
Foi também da mais alta importância a contribuição de Newton para o desenvolvimento da óptica (decomposição da luz branca, teoria das cores, telescópio, teoria da emissão, etc.).
Newton foi um astro de primeira grandeza na história da Física.

30/11/16

Grandes Físicos: SIMON STEVIN


STEVIN
(1548-1620)

Simon Stevin nasceu em Bruges, na Flandres, e morreu em Leiden em 1620.
Consideram alguns historiadores Stevin como o cientista mais original da segunda metade do século XVI e colocam-no muitos a par de Galileu, Newton e Kepler.
A hidrostática interessou-o especialmente em virtude do seu seu cargo de engenheiro-inspector dos diques na Holanda. Confirmou e alargou os princípios estabelecidos por Arquimedes.
Como Leonardo, rejeitou categoricamente o «movimento perpétuo».
Também estudou entre outros a alavanca, o plano inclinado e as roldanas.

Espírito muito original, dominou ainda outras ciências sendo também muito conhecido na história da matemática como o inventor das fracções decimais.

Grandes Físicos: LEONARDO DE VINCI

LEONARDO DE VINCI
(1452-1519)

Foi um dos vultos mais notáveis do Renascimento.

Nasceu em Vinci, perto de Florença, e veio a morrer na França ao serviço de Francisco I.
Na sua actividade científica, embora tomasse como ponto de partida os autores antigos, usava como métodos de trabalho a observação e a experimentação.
Leonardo negou categoricamente o «movimento perpétuo», ideia acalentada através de todos os tempos. Também se considera precursor da aviação por ter imaginado o helicóptero, partindo do estudo do voo das aves.
Apesar da grandeza do seu génio, tem de reconhecer-se que a influência de Leonardo de Vinci na evolução da ciência ficou muito aquém do valor dos seus trabalhos, por só muito mais tarde (dois séculos depois) ter sido publicada e difundida a sua obra.
Embora a projecção do seu nome tenha resultado em grande parte das suas descobertas sensacionais na astronomia e na defesa que veio a tomar das ideias de Copérnico a respeito do movimento da Terra em volta do Sol, contra aquilo que então se admitia, deve, contudo, notar-se que foram os seus estudos de mecânica os mais importantes, por serem os que maior influência tiveram na evolução da física.

Grandes Físicos: GALILEU


GALILEU
(1564-1642)

Considerado o criador da Física experimental.

Nasceu em Pisa, filho de um nobre ilustre mas arruinado.
Professor da Universidade de Pisa durante três anos, não encontrou ali ambiente para as suas ideias rebeldes contra a ciência escolástica. Transitou para a Universidade de Pádua onde levou a cabo as suas descobertas mais importantes.
Foi um inovador em tal grau que se apresentou aos olhos dos seus contemporâneos como um autêntico revolucionário. Por isso conheceu as vaias, as perseguições e a glória.
O alcance da sua obra é excepcional, não só pelas descobertas que fez na mecânica, na óptica, na astronomia, mas ainda e principalmente por ter aberto novos caminhos ao conhecimento e interpretação dos fenómenos físicos.
Embora a projecção do seu nome tenha resultado em grande parte das suas descobertas sensacionais na astronomia e na defesa que veio a tomar das ideias de Copérnico a respeito do movimento da Terra em volta do Sol, contra aquilo que então se admitia, deve, contudo, notar-se que foram os seus estudos de mecânica os mais importantes, por serem os que maior influência tiveram na evolução da física.

Grandes Físicos: ARQUIMEDES


ARQUIMEDES
(287-212 a.C.)

Arquimedes é apontado como cientista de tipo moderno. Nenhum antigo soube como ele associar a explicação e o raciocínio matemático aos dados da observação e da experimentação.

Arquimedes nasceu em Siracusa e ali morreu vítima dum soldado do general Marcelo, quando da conquista da cidade pelos romanos.
Geómetra de renome, inventor de grande número de máquinas, entre as quais se contam a associação de roldanas conhecida pelo nome de carretel, o parafuso sem fim e o parafuso de Arquimedes, tornou-se no entanto verdadeiramente célebre através do princípio da hidrostática que tem o seu nome.
A história do princípio de Arquimedes é muito sugestiva. Narra Vitrúvio que o rei Hierão de Siracusa, suspeitando que uma coroa de ouro tinha sido falsificada com prata pelos artistas que a tinham fabricado, propôs ao sábio matemático a resolução do problema sem abrir nem danificar a coroa. Ocupado o seu espírito clarividente com o problema e sempre desperto para os fenómenos que observava, deu conta um dia da impulsão que o seu corpo recebia no banho e surgiu-lhe então a explicação do problema da coroa de forma tão luminosa, que, ébrio de alegria por ter desvendado o mistério, saltou da banheira tão entregue à solução, tão fora de si, que nem sequer deu conta dos olhos jocosos que o poderiam observar! E correu para casa triunfante, gritando «eureka» (descobri). Procedeu imediatamente ao confronto dos volumes de água deslocados por massas de ouro e prata iguais às da coroa e verificou a falsificação.
A contribuição de Arquimedes para a hidrostática foi importantíssima. É também a ele que se deve a invenção dos areómetros.
Diz-se que os inventos de Arquimedes tiveram primacial importância na defesa de Siracusa contra os romanos e tanto assombro causaram a Marcelo que este ordenara aos seus soldados que poupassem o geómetra. Não o reconheceu, porém, aquele que o matou.