Mensagem de boas vindas

Bem Vindo ao blog Campo da Forca. Apontamentos pessoais também abertos a quem os quiser ver.

30/11/16

Grandes Físicos: SIMON STEVIN


STEVIN
(1548-1620)

Simon Stevin nasceu em Bruges, na Flandres, e morreu em Leiden em 1620.
Consideram alguns historiadores Stevin como o cientista mais original da segunda metade do século XVI e colocam-no muitos a par de Galileu, Newton e Kepler.
A hidrostática interessou-o especialmente em virtude do seu seu cargo de engenheiro-inspector dos diques na Holanda. Confirmou e alargou os princípios estabelecidos por Arquimedes.
Como Leonardo, rejeitou categoricamente o «movimento perpétuo».
Também estudou entre outros a alavanca, o plano inclinado e as roldanas.

Espírito muito original, dominou ainda outras ciências sendo também muito conhecido na história da matemática como o inventor das fracções decimais.

Grandes Físicos: LEONARDO DE VINCI

LEONARDO DE VINCI
(1452-1519)

Foi um dos vultos mais notáveis do Renascimento.

Nasceu em Vinci, perto de Florença, e veio a morrer na França ao serviço de Francisco I.
Na sua actividade científica, embora tomasse como ponto de partida os autores antigos, usava como métodos de trabalho a observação e a experimentação.
Leonardo negou categoricamente o «movimento perpétuo», ideia acalentada através de todos os tempos. Também se considera precursor da aviação por ter imaginado o helicóptero, partindo do estudo do voo das aves.
Apesar da grandeza do seu génio, tem de reconhecer-se que a influência de Leonardo de Vinci na evolução da ciência ficou muito aquém do valor dos seus trabalhos, por só muito mais tarde (dois séculos depois) ter sido publicada e difundida a sua obra.
Embora a projecção do seu nome tenha resultado em grande parte das suas descobertas sensacionais na astronomia e na defesa que veio a tomar das ideias de Copérnico a respeito do movimento da Terra em volta do Sol, contra aquilo que então se admitia, deve, contudo, notar-se que foram os seus estudos de mecânica os mais importantes, por serem os que maior influência tiveram na evolução da física.

Grandes Físicos: GALILEU


GALILEU
(1564-1642)

Considerado o criador da Física experimental.

Nasceu em Pisa, filho de um nobre ilustre mas arruinado.
Professor da Universidade de Pisa durante três anos, não encontrou ali ambiente para as suas ideias rebeldes contra a ciência escolástica. Transitou para a Universidade de Pádua onde levou a cabo as suas descobertas mais importantes.
Foi um inovador em tal grau que se apresentou aos olhos dos seus contemporâneos como um autêntico revolucionário. Por isso conheceu as vaias, as perseguições e a glória.
O alcance da sua obra é excepcional, não só pelas descobertas que fez na mecânica, na óptica, na astronomia, mas ainda e principalmente por ter aberto novos caminhos ao conhecimento e interpretação dos fenómenos físicos.
Embora a projecção do seu nome tenha resultado em grande parte das suas descobertas sensacionais na astronomia e na defesa que veio a tomar das ideias de Copérnico a respeito do movimento da Terra em volta do Sol, contra aquilo que então se admitia, deve, contudo, notar-se que foram os seus estudos de mecânica os mais importantes, por serem os que maior influência tiveram na evolução da física.

Grandes Físicos: ARQUIMEDES


ARQUIMEDES
(287-212 a.C.)

Arquimedes é apontado como cientista de tipo moderno. Nenhum antigo soube como ele associar a explicação e o raciocínio matemático aos dados da observação e da experimentação.

Arquimedes nasceu em Siracusa e ali morreu vítima dum soldado do general Marcelo, quando da conquista da cidade pelos romanos.
Geómetra de renome, inventor de grande número de máquinas, entre as quais se contam a associação de roldanas conhecida pelo nome de carretel, o parafuso sem fim e o parafuso de Arquimedes, tornou-se no entanto verdadeiramente célebre através do princípio da hidrostática que tem o seu nome.
A história do princípio de Arquimedes é muito sugestiva. Narra Vitrúvio que o rei Hierão de Siracusa, suspeitando que uma coroa de ouro tinha sido falsificada com prata pelos artistas que a tinham fabricado, propôs ao sábio matemático a resolução do problema sem abrir nem danificar a coroa. Ocupado o seu espírito clarividente com o problema e sempre desperto para os fenómenos que observava, deu conta um dia da impulsão que o seu corpo recebia no banho e surgiu-lhe então a explicação do problema da coroa de forma tão luminosa, que, ébrio de alegria por ter desvendado o mistério, saltou da banheira tão entregue à solução, tão fora de si, que nem sequer deu conta dos olhos jocosos que o poderiam observar! E correu para casa triunfante, gritando «eureka» (descobri). Procedeu imediatamente ao confronto dos volumes de água deslocados por massas de ouro e prata iguais às da coroa e verificou a falsificação.
A contribuição de Arquimedes para a hidrostática foi importantíssima. É também a ele que se deve a invenção dos areómetros.
Diz-se que os inventos de Arquimedes tiveram primacial importância na defesa de Siracusa contra os romanos e tanto assombro causaram a Marcelo que este ordenara aos seus soldados que poupassem o geómetra. Não o reconheceu, porém, aquele que o matou.

21/11/16

Uma Verdade Inconveniente -

Documentário e apresentação stand-up, apresentado pela bonita deputada e ativista holandesa Marianne Thieme, foi bem-sucedido ao preencher a enorme lacuna que Al Gore deixou no seu Uma Verdade Inconveniente: a participação mais que relevante da pecuária nas mudanças climáticas



O Humor de Millor Fernandes



Súbita Incerteza
(tragédia em um acto)
Personagens: Bêbado e barman
Acto único
BÊBADO (entrando e se dirigindo ao barman) Podem beber por minha conta que eu hoje pago tudo – minha mulher acabou de ter dois gémeos lindos! Podem beber!
BARMAN Oh, meus parabéns! Mas por que é que você diz podem beber? Eu estou aqui sozinho!
BÊBADO Ué! Está mesmo! Rapaz, deixa eu ir lá na maternidade olhar de novo!
(Pano rápido)






20/11/16

TESTES PSICOTÉCNICOS - Inteligência e Personalidade


O APARECIMENTO DOS TESTES PSICOLÓGICOS

•O aparecimento dos testes psicológicos está intimamente ligado ao aparecimento e evolução da psicologia experimental que teve lugar nos meados do século XIX.

Em 1879 foi criado o primeiro laboratório de psicologia experimental por Wundt visando, sobretudo, pesquisar as sensações visuais e auditivas, a psicofísica, os tempos de reacção e outros que comprovam a estreita ligação inicial entre psicologia e fisiologia.
Deu-se em seguida a influência da biologia sobre a psicologia, quando Galton tentou aplicar os princípios do evolucionismo de Darwin à selecção, adaptação e ao estudo do ser humano.
.Em conexão com os seus estudos sobre a hereditariedade e a genialidade, elaborou Galton alguns testes psicológicos a fim de determinar o grau de semelhança entre parentes. Estes testes 
Em 1900, Stern estuda as diferenças raciais, sociais, culturais, profissionais, sexuais, procurando investigar as causas dessas diferenças e como se manifestavam.
A utilização sistemática de testes para o apuramento das diferenças individuais relativas à capacidade intelectual foi realizado em França por A. Binet.
Binet propôs um fim especialmente prático: medir o aproveitamento escolar das crianças de Paris. Para isso recompilou questões cuja solução supõe inteligência; e colocou-as a crianças brilhantes, normais e atrasadas, analisando depois estatisticamente que itens eram resolvidos por cada grupo. Pode-se assim estabelecer o conceito de quociente intelectual, que resulta de dividir a idade mental, pelos itens apurados pela idade cronológica.
              QI = (IDADE MENTAL) : (IDADE CRONOLÓGICA)
Quando a idade mental e a idade cronológica coincidem, o quociente intelectual é de 100. Se a idade mental é inferior à cronológica, é menor de 100; e maior no caso contrário.
Binet publicou o seu teste em 1905 (Mais tarde o norte-americano Terman readaptou-o tendo ficado conhecido por teste de Terman-Binet).
Quando estes primeiros avanços do diagnóstico psicológico, sobre uma base matemático-estatística, foi-se perfilando uma concepção da inteligência meramente pragmática, mas indubitavelmente, a única possível: «a inteligência – como disse o psicólogo Boring – é o que medem os testes de inteligência». O conceito de inteligência assim obtido é muito diferente de ser preciso e, desde logo, nada «essencial».
No entanto, a análise que a psicologia faz da inteligência não se limita a estabelecer um conceito de «inteligência geral» ou capacidade global de um sujeito. Se aplicamos um conjunto variado de testes a diversos sujeitos, encontraremos, seguramente, que uns realizam melhor umas provas e que outros, pelo contrário, resolvem mais facilmente outras diferentes. É possível que uns sujeitos sejam especialmente aptos para as provas que requerem capacidade matemática, outros para os que requerem compreensão das relações espaciais, outros para as de tipo mecânico, etc.
Quer dizer, comprova-se que nem todos os indivíduos têm uma inteligência qualitativamente igual, que nem todos são aptos para as mesmas tarefas
Estas capacidades, que podemos denominar específicas, orientadas especialmente para umas determinadas operações, é o que em psicologia se denominam factores. Como diz Pinillos:«…No fundo, factor equivale a “aptidão”; quer dizer, supõe-se que um factor é um princípio activo que capacita o homem para  o exercício de uma classe de operações mentais»
O facto de que a inteligência geral não correlaciona de igual modo com diferentes tarefas levou a que o inglês Spearman (1904) concluisse que havia que admitir um factor «G», de inteligência geral, e uma série de factores ou aptidões para áreas específicas.
O problema era «isolar» estas aptidões, tarefa que, como a determinação dos “rasgos” de personalidade, faz-se mediante a complexa técnica da análise factorial.
Até ao momento isolaram-se mais de 200 factores, o que, como é lógico, supõe uma certa «atomização» da inteligência em aptidões enormemente concretas.
Citemos alguns dos factores de ordem superior. Temos assim o factor AR – raciocínio abstrato – como capacidade de abstrair leis gerais, de encontrar a conexão lógica que rege uma série de situações diferentes, mas que têm uma semelhança.
Outro factor importante é o verbal. Compreende este factor tudo o que suponha uma utilização inteligente da linguagem. E ainda o factor numérico, que analisa a faculdade de calcular em termos quantitativos.
Para além destes factores, costumam medir-se nos testes de aptidões: a aptidão espacial – capacidade para compreender e estabelecer relações espaciais e a aptidão mecânica – disposição de um sujeito para compreender e aplicar problemas de tipo técnico-mecânico. 
Como pode facilmente apreender-se, através deste ligeiro esboço dos principais factores, a sua determinação tem indiscutível importância para a orientaçao e selecção profissional.

TESTES DE PERSONALIDADE
Podem ser de vários tipos. Um dos mais conhecidos é o Teste de Rorschach:

03/11/16

A NEUROCIÊNCIA DA FELICIDADE


NOTAS SOBRE A FELICIDADE, O PRAZER E A NEUROCIÊNCIA

"A Felicidade é um caminho de recompensa. Esse caminho é um conjunto de eventos que se dão no cérebro e que ficam nas memórias."
"Neurotransmissores como a dopamina, a serotonina e endorfinas, são determinantes no controlo de sensações como o bem-estar, o prazer, a motivação e a recompensa."
"As zonas do cérebro identificadas como centros de recompensa são o sistema límbico e o "nucleus accumbens", cujos neurônios têm numerosos receptores para o neurotransmissor dopamina, a "molécula do prazer"."
"O prazer age primordialmente por vias emocionais, bem mais eficientes e rápidas do que as racionais."
"E por envolver a aprendizagem, o prazer garante jogo de cintura para adaptar-se a eventuais mudanças no ambiente."
"Podemos ajustar as expectativas e as nossas práticas diárias, no sentido de alcançar a tão almejada Felicidade."
"Ouvir música aumenta em 9% a produção de dopamina, relacionada ao prazer. O crescimento é comparado a outras experiências que activam o centro de recompensa do cérebro, como a comida e o dinheiro."
"Os estudiosos fazem a distinção entre os prazeres fundamentais (sensórios, sexuais e sociais) e os de ordem superior (monetários, artísticos e transcendentais). Em princípio, partilharíamos os primeiros com outros animais. Já os últimos seriam exclusividade humana."
"Poderíamos até dividir a história da filosofia em sistemas ou autores que nutrem simpatia pelos apetites naturais (hedonismo, empirismo, Diderot, utilitarismo) e aqueles que os denunciam como fonte dos males humanos (estoicismo, santo Agostinho)."
"O que a incipiente ciência hedônica sugere é que o prazer, mais do que um impulso a ser disciplinado, é uma das principais forças que dirige a formação do cérebro e que nos confere o gosto pela vida."

29/10/16

A História (das migrações) do Homem

The story of human migrations around the globe is a complex one. Here with the research of Professor Stephen Oppenheimer and his genetic map we take a journey through 160,000 years of human history.

28/10/16

HISTÓRIA MEDIEVAL INGLESA: 1- A CONQUISTA NORMANDA




A BATALHA DE HASTINGS E A CONQUISTA NORMANDA
Em 1066 morreu subitamente, Eduardo o Confessor, rei de Inglaterra, sem deixar herdeiros.
Apareceram três fortes pretendentes ao trono, Harold (um poderoso nobre inglês), Harald (rei da Noruega) e Guilherme (duque da Normandia em França).
 A Assembleia de Chefes Conselheiros Reais pretendia resolver o assunto rapidamente e quando Harold reclamou que Eduardo o tinha nomeado, no leito de morte, seu herdeiro, coroaram-no nos dias seguintes.
Mas Harold esperava problemas vindos do exterior, da parte dos seus rivais, particularmente de Guilherme. Por isso organizou um exército ao longo de toda a costa sul, pronto a defender-se dum ataque dos Normandos.
Esperou todo o Verão e nada aconteceu e quando o exército já se preparava para desmobilizar, recebeu más notícias. Harald tinha invadido o norte da Inglaterra.
Harolh moveu o seu exército para norte, tão rapidamente que foi capaz de surpreender o seu inimigo em Yorkhire. Travou-se a batalha de Stamford Bridge, onde os noruegueses lutaram denodadamente mas foram dizimados e o próprio Harald foi morto.
Mas os Ingleses nem tiveram tempo para comemorar, logo lhes chegou a notícia que os Normandos tinham atravessado o Canal da Mancha numa frota, invadido o sul da Inglaterra e montado campo em Hastings.
Harold moveu então em marcha rapida as suas tropas, ainda exaustas da batalha anterior, para o sul, de encontro às forças invasoras.
Os dois exércitos encontraram-se em Hastings, a 14 de Outubro de 1066. As tropas de Guilherme estavam melhor treinadas e equipadas, incluíam arqueiros e cavalaria. As tropas de Harold estavam exaustas mas mantinham uma forte posição no topo da colina formando uma parede com os seus escudos que as tropas Normandas não conseguiam transpor. Os dois exércitos estavam assim bloqueados numa situação de impasse, até que Guilherme congeminou um plano que alterou o rumo da batalha. Simulou uma retirada do seu exército e quando os soldados Ingleses abriram a defesa, os Normandos deram meia volta, ultrapassaram as defesas e cavalgaram para a frente, vencendo as tropas de Harold, que foi morto em combate.
 Mas a Batalha de Hastings não marca o fim da Conquista Normanda.
Guilherme e as suas tropas encontraram forte resistência dos nobres ingleses à medida que avançavam para Londres, para a coroação que teve lugar no dia de Natal de 1066.
Guilherme estava longe de estar seguro na sua posição e os seus soldados mantiveram-lhe sempre guarda.
Durante a cerimónia foram ouvidos sons de festejos de Natal provenientes de casas nas proximidades e foram mal interpretados, como sendo o início de uma revolta. Assustados os soldados incendiaram as casas.

Foi dito por testemunhas que Guilherme tremia de medo enquando a coroa lhe estava a ser colocada na cabeça.

13/10/16

História de Roma -20: ROMA IMPERIALISTA


ROMA IMPERIALISTA


Os acontecimentos nos séculos III e II a.C. conduziram Roma a bater-se não só contra Cartago, mas também contra a Grécia e a tornar o Mediterrâneo um mar romano.

Politicamente o mundo grego era composto por três poderosos reinos saídos do desmembramento do império de Alexandre, o Grande, após a sua morte em 323 a.C. Os Antigonídas ocupavam o trono da Macedónia, os Selêucidas reinavam do mar Egeu ao Indo-Kushan e os Ptolomeus dominavam o Egipto e os mares e territórios vizinhos.

Os Romanos atacaram os dois principais reinos gregos, infligindo-lhes terríveis derrotas e invadindo-os.

Filipe V da Macedónia foi derrotado definitivamente por Tito Flamino na batalha dos montes Cinoscéfalos em 200 a.C. e Antíoco III e o exército selêucida sofreram derrotas esmagadoras na garganta histórica de Termópilas, em 191 a.C.e em Magnésia, na Ásia Menor, no ano seguinte.

A Macedónia foi em 167a.C, de novo conquistada e, desta feita, destruída e anexada.

Na batalha de Pidna (167 a.C.), a pesada falange Macedónica de Perseu, filho de Filipe V, em rebelião contra os romanos, composta por mais de 20.000 homens, foi derrotada pelas legiões enviadas por Roma, sob o comando de Paulo Emílio. Nesta batalha, os gládios dos legionários romanos infligiram perdas terríveis na pesada infantaria grega, armada de lanças e o exército macedónio foi totalmente aniquilado, provando-se uma vez mais e de forma absoluta, a superioridade da tática militar da mobilidade praticada pelas  legiões,  face à tática militar da infantaria compacta e estreitamente unida e pouco móvel das falanges gregas.

Por fim, em 146 a.C., Corinto, a capital da Liga Acaia, foi tomada por Lúcio Múmio, arrasada e os sobreviventes vendidos como escravos. A Liga Acaia foi abolida e a Grécia e todas as suas cidades-estado foram amalgamadas na província romana da Macedónia.

A ocidente, em 146 a.C., Cipião Emiliano tomou a cidade de Cartago, após um cerco implacável a que se seguiu um pavoroso massacre. Os sobreviventes foram vendidos como escravos e a cidade foi destruída pedra a pedra e espalhado sal sobre as suas ruínas para que permanecessem estéreis e malditas para sempre. A pátria dos Cartagineses tornou-se a província de África, com uma riqueza agrícola inesgotável.

A destruição impiedosa de Cartago e de Corinto revelou o imperialismo romano em todo o seu cinismo com resultados espantosos em poucos anos. Todo o mundo civilizado do Mediterrâneo caiu sobre o domínio de Roma em meados do século II a.C.

12/10/16

ROMA ANTIGA

Um bog interessante sobre Roma antiga:

http://imperioroma.blogspot.pt/2009/11/lista-de-legioes-romanas.html