27/04/10
19/04/10
Livros que mudaram o Mundo
Odisseia – Homero ( Séc. VIII a.C.)
Apologia de Sócrates – Platão (427a.C.–347a.C.)
A República – Platão (427a.C.–347a.C.)
Bhagavad-Guitá - desconhecido (Séc. V a.C. –Séc. II a.C.)
Bíblia Sagrada (compilação de 73 livros) – vários
Confissões – Santo Agostinho (354-430)
Alcorão – Maomé (570-632)
Divina Comédia – Dante Alighieri (1265-1321)
O Príncipe – Nicolau Maquiavel (1469-1527)
Elogio da Loucura – Erasmo de Roterdão (1469-1536)
Utopia – Thomas More (1478-1535)
Hamlet – William Shakespeare (1564-1616)
Discurso do Método – René Descartes (1596-1650)
O Contrato Social – Jean-Jacques Rousseau (1712-1778)
Fausto – J. W. von Goethe (1749-1832)
A Origem das Espécies – Charles Darwin (1809-1882)
Manifesto do Partido Comunista – Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895)
A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo – Max Weber (1864-1920)
Apologia de Sócrates – Platão (427a.C.–347a.C.)
A República – Platão (427a.C.–347a.C.)
Bhagavad-Guitá - desconhecido (Séc. V a.C. –Séc. II a.C.)
Bíblia Sagrada (compilação de 73 livros) – vários
Confissões – Santo Agostinho (354-430)
Alcorão – Maomé (570-632)
Divina Comédia – Dante Alighieri (1265-1321)
O Príncipe – Nicolau Maquiavel (1469-1527)
Elogio da Loucura – Erasmo de Roterdão (1469-1536)
Utopia – Thomas More (1478-1535)
Hamlet – William Shakespeare (1564-1616)
Discurso do Método – René Descartes (1596-1650)
O Contrato Social – Jean-Jacques Rousseau (1712-1778)
Fausto – J. W. von Goethe (1749-1832)
A Origem das Espécies – Charles Darwin (1809-1882)
Manifesto do Partido Comunista – Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895)
A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo – Max Weber (1864-1920)
18/04/10
15/04/10
Marcha do ódio
Ódio ao pirata, ódio ao bandido,
Ódio ao ladrão!
Ódio de estóico, que é vencido:
Para morrer, - sem um gemido!
Para matar, - sem um perdão!
Ódio danado, ervado, infrene,
Ódio mortal!
Ódio que turve e que envenene
A fonte angélica e perene
Do branco leite maternal.
Ódio que vá, contínua herança
De luto e dor,
D'alma do velho à da criança,
Como uma seiva ébria d'esp'rança
Duma raiz para uma flor!
Ódio que o Beijo, verdadeiro
Íman de Deus,
Transmita eléctrico e ligeiro,
Quer, a sorrir, no amor primeiro,
Quer, a expirar, no extremo adeus!
Ódio, facada escancarada
De canibais,
Boca blasfema d'alvorada,
Sempre a sangrar, nunca fechada,
Nunca, Jamais, jamais, jamais!
Ódio que, assim, como um cautério
De fogo atroz,
Requeime o egoísmo deletério,
Fermentação de cemitério
A apodrecer dentro de nós!
Ódio, explosão duma cratera,
Rubro e febril!
Ódio invencível como a hera,
Ódio com dentes de pantera,
Ódio com babas de réptil!
Ódio inflamando-nos, gangrena
Canicular!
Ódio d'Alsácia e de Lorena,
Ódio de mãe, - mulher ou hiena,
Se um filho, ó Deus, lhe vão matar!
Ódio sublime, hóstia com travos
De raiva e fel!
Hóstia da missa dos escravos,
Hóstia mais doce para os bravos
Do que a ambrosia e do que o mel!
Ódio feroz, cilício ardente
Cosido aos rins!
Ódio demente, ódio estridente,
Ódio que morda e ensanguente
A boca em brasa dos clarins!
Ódio sem termo, ódio sem jugo,
Ódio sem lei!
Ódio d'herói, que, digno d'Hugo,
Sob o montante dum verdugo
Cospe inda insultos contra um rei!
Ódio de monstro ensanguentado
Numa prisão,
Ódio bradando, - inútil brado!
Como uma cruz num descampado,
Como um punhal num coração!
Guerra Junqueiro
Ódio ao ladrão!
Ódio de estóico, que é vencido:
Para morrer, - sem um gemido!
Para matar, - sem um perdão!
Ódio danado, ervado, infrene,
Ódio mortal!
Ódio que turve e que envenene
A fonte angélica e perene
Do branco leite maternal.
Ódio que vá, contínua herança
De luto e dor,
D'alma do velho à da criança,
Como uma seiva ébria d'esp'rança
Duma raiz para uma flor!
Ódio que o Beijo, verdadeiro
Íman de Deus,
Transmita eléctrico e ligeiro,
Quer, a sorrir, no amor primeiro,
Quer, a expirar, no extremo adeus!
Ódio, facada escancarada
De canibais,
Boca blasfema d'alvorada,
Sempre a sangrar, nunca fechada,
Nunca, Jamais, jamais, jamais!
Ódio que, assim, como um cautério
De fogo atroz,
Requeime o egoísmo deletério,
Fermentação de cemitério
A apodrecer dentro de nós!
Ódio, explosão duma cratera,
Rubro e febril!
Ódio invencível como a hera,
Ódio com dentes de pantera,
Ódio com babas de réptil!
Ódio inflamando-nos, gangrena
Canicular!
Ódio d'Alsácia e de Lorena,
Ódio de mãe, - mulher ou hiena,
Se um filho, ó Deus, lhe vão matar!
Ódio sublime, hóstia com travos
De raiva e fel!
Hóstia da missa dos escravos,
Hóstia mais doce para os bravos
Do que a ambrosia e do que o mel!
Ódio feroz, cilício ardente
Cosido aos rins!
Ódio demente, ódio estridente,
Ódio que morda e ensanguente
A boca em brasa dos clarins!
Ódio sem termo, ódio sem jugo,
Ódio sem lei!
Ódio d'herói, que, digno d'Hugo,
Sob o montante dum verdugo
Cospe inda insultos contra um rei!
Ódio de monstro ensanguentado
Numa prisão,
Ódio bradando, - inútil brado!
Como uma cruz num descampado,
Como um punhal num coração!
Guerra Junqueiro
02/04/10
Diego Rivera - Conhece a obra deste pintor?
Diego Rivera (1886-1957), pintor mexicano. Depois de estudar na sua pátria, em Madrid e em Paris, regressou ao México em 1921. Data desta época o início do renascimento da grande pintura mural mexicana de que foi um dos arautos. Comunista convicto, Rivera executou uma arte descritiva e de propaganda, atacando e satirizando a burguesia e procurando exaltar os valores culturais da tradição local. A sua vasta obra de muralista (cerca de 4.000 m2) é de valor plástico desigual. Rivera dedicou-se também, entre 1936 e 1940, à pintura de cavalete (paisagens, retratos, figuras populares). A sua obra, embora de forte acento didáctico e propagandístico, possui certa ingenuidade e lirismo, que, por vezes, superam a paixão sócio-política, que ordinariamente a inspirava.
http://www.youtube.com/user/cjgteles#p/a/u/1/zW4g6aPP3VQ
http://www.youtube.com/user/cjgteles#p/a/u/0/O-p6ypdIeqY
27/03/10
A Nau Catrineta
Lá vem a nau Catrineta
Que tem muito que contar!
Ouvide agora, senhores,
Uma História de pasmar.
Passava mais de ano e dia
Que iam na volta do mar,
Já não tinham que comer,
Já não tinham que manjar.
Deitaram sola de molho
Para o outro dia jantar;
Mas a sola era tão rija,
Que a não puderam tragar.
Deitam sortes à ventura
Qual se havia de matar;
Logo foi cair a sorte
No capitão general.
- Sobe, sobe, marujinho,
Aquele mastro real,
Vê se vês terras de Espanha,
As praias de Portugal.
- Não vejo terras de Espanha,
Nem praias de Portugal;
Vejo sete espadas nuas
Que estão para te matar.
- Acima, acima, gajeiro,
Acima, ao tope real!
Olha se enxergas Espanha,
Areias de Portugal.
- Alvíssaras, capitão,
Meu capitão general!
Já vejo terras de Espanha,
Areias de Portugal.
Mais enxergo três meninas
Debaixo de um laranjal:
Uma sentada a coser,
Outra na roca a fiar,
A mais formosa de todas
Está no meio a chorar.
- Todas três são minhas filhas,
Oh, quem me dera abraçar!
A mais formosa de todas
Contigo a hei-de casar.
- A vossa filha não quero,
Que vos custou a criar.
- Dar-te-ei tanto dinheiro
Que o não possas contar.
- Não quero o vosso dinheiro
Que vos custou a ganhar.
- Dou-te o meu cavalo branco,
Que nunca houve outro igual.
- Guardai o vosso cavalo,
Que vos custou a ensinar.
- Dar-te-ei a nau Catrineta,
Para nela navegar
- Não quero a nau Catrineta,
Que a não sei governar.
- Que queres tu, meu gajeiro,
Que alvíssaras te hei-de dar?
- Capitão, quero a tua alma
Para comigo a levar.
- Renego de ti, demónio,
Que me estavas a atentar!
A minha alma é só de Deus;
O corpo dou eu ao mar.
Tomou-o um anjo nos braços,
Não no deixou afogar.
Deu um estouro o demónio,
Acalmaram vento e mar;
E à noite a nau Catrineta
Estava em terra a varar.
Romanceiro
Almeida Garrett
Que tem muito que contar!
Ouvide agora, senhores,
Uma História de pasmar.
Passava mais de ano e dia
Que iam na volta do mar,
Já não tinham que comer,
Já não tinham que manjar.
Deitaram sola de molho
Para o outro dia jantar;
Mas a sola era tão rija,
Que a não puderam tragar.
Deitam sortes à ventura
Qual se havia de matar;
Logo foi cair a sorte
No capitão general.
- Sobe, sobe, marujinho,
Aquele mastro real,
Vê se vês terras de Espanha,
As praias de Portugal.
- Não vejo terras de Espanha,
Nem praias de Portugal;
Vejo sete espadas nuas
Que estão para te matar.
- Acima, acima, gajeiro,
Acima, ao tope real!
Olha se enxergas Espanha,
Areias de Portugal.
- Alvíssaras, capitão,
Meu capitão general!
Já vejo terras de Espanha,
Areias de Portugal.
Mais enxergo três meninas
Debaixo de um laranjal:
Uma sentada a coser,
Outra na roca a fiar,
A mais formosa de todas
Está no meio a chorar.
- Todas três são minhas filhas,
Oh, quem me dera abraçar!
A mais formosa de todas
Contigo a hei-de casar.
- A vossa filha não quero,
Que vos custou a criar.
- Dar-te-ei tanto dinheiro
Que o não possas contar.
- Não quero o vosso dinheiro
Que vos custou a ganhar.
- Dou-te o meu cavalo branco,
Que nunca houve outro igual.
- Guardai o vosso cavalo,
Que vos custou a ensinar.
- Dar-te-ei a nau Catrineta,
Para nela navegar
- Não quero a nau Catrineta,
Que a não sei governar.
- Que queres tu, meu gajeiro,
Que alvíssaras te hei-de dar?
- Capitão, quero a tua alma
Para comigo a levar.
- Renego de ti, demónio,
Que me estavas a atentar!
A minha alma é só de Deus;
O corpo dou eu ao mar.
Tomou-o um anjo nos braços,
Não no deixou afogar.
Deu um estouro o demónio,
Acalmaram vento e mar;
E à noite a nau Catrineta
Estava em terra a varar.
Romanceiro
Almeida Garrett
20/02/10
A Marcha do Vitória de Setúbal
Em Setúbal nasceu
Um clube pequenino
Que ficou bem na memória
E com os anos cresceu
Entranhado no destino
Com o nome de Vitória
Agora já foi igual
Aos grandes de tradição
O Vitória faz das suas
Quer dentro de Portugal
Ou em qualquer outra nação
Perde uma não perde duas
VIVA O VITÓRIA
GRITEMOS TODOS BEM ALTO
É O VITÓRIA
QUE PÕE TUDO EM SOBRESSALTO
VIVA O VITÓRIA
EQUIPA DE TRADIÇÃO
VIVA O VITÓRIA
CLUBE DO MEU CORAÇÃO
CANTEMOS TODOS ESTA MARCHA DE LOUVOR
CANTEMOS TODOS SEJA LÁ ONDE FOR
VIVA O VITÓRIA
QUE NOS FAZ CRIAR GLÓRIA
GRITEMOS TODOS BEM ALTO
GRITEMOS VIVA O VITÓRIA
Vitória tens o bairrismo
Adeptos do coração
Que te sabem proteger
Ganhando com brilhantismo
Jogando com correcção
E também sabes perder
Quando em dias de final
Se chegares à vitória
És por todos saudado
Equipa de Portugal
És a honra és a glória
Desta cidade do Sado
VIVA O VITÓRIA
GRITEMOS TODOS BEM ALTO
É O VITÓRIA
QUE PÕE TUDO EM SOBRESSALTO
VIVA O VITÓRIA
EQUIPA DE TRADIÇÃO
VIVA O VITÓRIA
CLUBE DO MEU CORAÇÃO
CANTEMOS TODOS ESTA MARCHA DE LOUVOR
CANTEMOS TODOS SEJA LÁ ONDE FOR
VIVA O VITÓRIA
QUE NOS FAZ CRIAR GLÓRIA
GRITEMOS TODOS BEM ALTO
GRITEMOS VIVA O VITÓRIA
Um clube pequenino
Que ficou bem na memória
E com os anos cresceu
Entranhado no destino
Com o nome de Vitória
Agora já foi igual
Aos grandes de tradição
O Vitória faz das suas
Quer dentro de Portugal
Ou em qualquer outra nação
Perde uma não perde duas
VIVA O VITÓRIA
GRITEMOS TODOS BEM ALTO
É O VITÓRIA
QUE PÕE TUDO EM SOBRESSALTO
VIVA O VITÓRIA
EQUIPA DE TRADIÇÃO
VIVA O VITÓRIA
CLUBE DO MEU CORAÇÃO
CANTEMOS TODOS ESTA MARCHA DE LOUVOR
CANTEMOS TODOS SEJA LÁ ONDE FOR
VIVA O VITÓRIA
QUE NOS FAZ CRIAR GLÓRIA
GRITEMOS TODOS BEM ALTO
GRITEMOS VIVA O VITÓRIA
Vitória tens o bairrismo
Adeptos do coração
Que te sabem proteger
Ganhando com brilhantismo
Jogando com correcção
E também sabes perder
Quando em dias de final
Se chegares à vitória
És por todos saudado
Equipa de Portugal
És a honra és a glória
Desta cidade do Sado
VIVA O VITÓRIA
GRITEMOS TODOS BEM ALTO
É O VITÓRIA
QUE PÕE TUDO EM SOBRESSALTO
VIVA O VITÓRIA
EQUIPA DE TRADIÇÃO
VIVA O VITÓRIA
CLUBE DO MEU CORAÇÃO
CANTEMOS TODOS ESTA MARCHA DE LOUVOR
CANTEMOS TODOS SEJA LÁ ONDE FOR
VIVA O VITÓRIA
QUE NOS FAZ CRIAR GLÓRIA
GRITEMOS TODOS BEM ALTO
GRITEMOS VIVA O VITÓRIA
13/02/10
Hino de Setúbal
Setúbal, eu tenho pena
de não te poder cantar.
Tu és mote de um poema
que ninguém pode ensinar
Se há beleza em qualquer lado
se valesse algum dinheiro
com a princesa do Sado
comprava-se o mundo inteiro
Onde é que existe um rio azul igual ao meu
que em certos dias tem mesmo a cor do céu,
minha cidade é um presépio é um jardim
queria guardá-la inteirinha só para mim.
Setúbal terra morena
onde tudo fica bem,
tens a beleza serena
no rosto de minha mãe.
Ó rio Sado de águas mansas
que pró mar vais a correr,
não leves minhas esperanças
sem esperanças não sei viver.
Onde é que existe um rio azul igual ao meu
que em certos dias tem mesmo a cor do céu,
minha cidade é um presépio é um jardim
queria guardá-la inteirinha só para mim.
de não te poder cantar.
Tu és mote de um poema
que ninguém pode ensinar
Se há beleza em qualquer lado
se valesse algum dinheiro
com a princesa do Sado
comprava-se o mundo inteiro
Onde é que existe um rio azul igual ao meu
que em certos dias tem mesmo a cor do céu,
minha cidade é um presépio é um jardim
queria guardá-la inteirinha só para mim.
Setúbal terra morena
onde tudo fica bem,
tens a beleza serena
no rosto de minha mãe.
Ó rio Sado de águas mansas
que pró mar vais a correr,
não leves minhas esperanças
sem esperanças não sei viver.
Onde é que existe um rio azul igual ao meu
que em certos dias tem mesmo a cor do céu,
minha cidade é um presépio é um jardim
queria guardá-la inteirinha só para mim.
09/02/10
Hipertensão Arterial
“A hipertensão arterial (HTA) e os outros factores de risco cardiovasculares que lhe estão, quase sempre, associados são as principais causas dos acidentes vasculares cerebrais (“tromboses”) e dos enfartes do miocárdio.
A HTA, habitualmente, não dá queixas. Essa é uma das razões porque muitos doentes não sabem que são hipertensos ou, quando sabem, não mantém o tratamento que lhes foi recomendado. E assim, a tensão alta vai danificando, em silêncio, os vasos do cérebro, do coração, dos rins.
A HTA é um gigantesco problema de saúde pública porque atinge cerca de um quarto da população mundial e é responsável por cerca de um terço da mortalidade global.É a principal causa de morte e de incapacidade permanente em Portugal
Sabemos hoje que quase metade dos portugueses desconhece se é hipertenso, que só 40% dos hipertensos está sob tratamento e que, destes, só 11% tem a pressão arterial controlada (valores normais: PA<140/90 mmHg).”
A HTA, habitualmente, não dá queixas. Essa é uma das razões porque muitos doentes não sabem que são hipertensos ou, quando sabem, não mantém o tratamento que lhes foi recomendado. E assim, a tensão alta vai danificando, em silêncio, os vasos do cérebro, do coração, dos rins.
A HTA é um gigantesco problema de saúde pública porque atinge cerca de um quarto da população mundial e é responsável por cerca de um terço da mortalidade global.É a principal causa de morte e de incapacidade permanente em Portugal
Sabemos hoje que quase metade dos portugueses desconhece se é hipertenso, que só 40% dos hipertensos está sob tratamento e que, destes, só 11% tem a pressão arterial controlada (valores normais: PA<140/90 mmHg).”
08/02/10
Quero cantar
Quero cantar, cantar
Antes que a morte
Para sempre corte
Os ecos do meu canto
Cantar, cantar ao mundo
E à própria sorte
Cantar, cantar bem alto
Para abafar bem fundo o pranto
Maria Só
Antes que a morte
Para sempre corte
Os ecos do meu canto
Cantar, cantar ao mundo
E à própria sorte
Cantar, cantar bem alto
Para abafar bem fundo o pranto
Maria Só
06/02/10
Apotegmas dos sete sábios da antiguidade clássica
TALES DE MILETO
1. Quem promete falta.
2. Perto ou longe, importa lembrar os amigos.
3. Evita os adornos exteriores e procura os interiores.
4. Evita enriquecer por vias desonestas.
5. Evita as palavras que possam ferir os amigos.
6. Procura dar a felicidade aos autores de teus dias.
7. Evita a desonestidade.
8. Espera receber de teus filhos, quando fores velho, o mesmo tratamento que dispensaste a teus pais.
9. A bondade é difícil de reconhecer.
10. A maior alegria vem da posse do objecto amado.
11. A ociosidade é penosa.
12. A gula é um vício.
13. A ignorância é incómoda.
14. Aprende e ensina apenas o bem.
15. Mesmo sendo rico, evita a ociosidade.
16. Guarda segredo da tua felicidade para evitar a inveja.
17. Evita a compaixão alheia.
18. Sê moderado.
19. Não dês excessiva confiança.
20. Se és chefe, começa por saber dominar-te.
BIAS DE PRIENE
1. A maior parte dos homens é desonesta.
2. Vê-te num espelho.
3. Se achares que és belo, procede honestamente; se achares que és feio, corrige as imperfeições.
4. Sê cuidadoso na realização de um projecto e, uma vez iniciado, prossegue sem desfalecimento.
5. Evita a precipitação, a loquacidade e os erros.
6. Não sejas, nem mau, nem tolo.
7. Sê prudente.
8. Quanto aos deuses, limita as tuas afirmações a dizer que são deuses.
9. Reflecte nos teus actos.
10. Aprende a saber ouvir.
11. Fala sempre com propósito.
12. Se fores pobre, não julgues os ricos, a menos que tires daí algum benefício.
13. Persuade pelo bem e nunca pela força.
14. Credita as tuas boas acções à graça dos deuses.
15. Adolescente, sê activo; velho, sê sábio.
16. A memória ao trabalho, a nobreza ao carácter, a temperança à força, a piedade à crença.
17. Corrige a riqueza com amizade, sê leal nas palavras, sensato no silêncio, complacente no juízo, corajoso e viril nas acções, enérgico nos actos, glorioso no poder, autoritário e nobre na maneira de proceder.
SÓLON DE ATENAS
1. Evita o exagero.
2. Evita a crítica para não seres julgado pelo criticado.
3. Evita o prazer, se ele for causa de remorso.
4. Procura ser honesto, porque a honestidade é melhor do que uma palavra honrada.
5. Mede as tuas palavras pelo silêncio e o silêncio pelas circunstâncias.
6. Evita a mentira, confessando a verdade.
7. Esforça-te pela honestidade.
8. Não queiras falar mais sabiamente do que teus maiores.
9. Não tenhas pressa em arranjar amigos e, quando os tiveres, nunca lhes peças provas de amizade.
10. Quando souberes obedecer, saberás chefiar.
11. Se exiges a honestidade dos outros, começa por ser honesto.
12. Aconselha o que for justo, não o que aches agradável.
13. Não sejas insolente.
14. Foge dos maliciosos.
15. Ora aos deuses.
16. Respeita os amigos.
17. Honra pai e mãe.
18. Guia-te pela razão.
19. Nunca digas tudo o que sabes.
20. Ainda que saibas, silencia.
21. Sê dócil para com os familiares.
22. Conjectura o invisível pelo visível.
PÍTACO DE MITILENE
1. Aguarda melhor oportunidade.
2. Não reveles projectos para, se falhares, não seres motivo de troça.
3. Cultua a amizade.
4. Não faças o que não gostares que te façam.
5. Não julgues um infeliz, porque os deuses vingam-se.
6. Paga o que pediste emprestado.
7. Aceita as pequenas contrariedades dos estranhos.
8. Ama o próximo, mesmo que sejas inferior.
9. Não fales mal de um amigo, nem bem dum inimigo; se o fizeres serás insensato.
10. Sábio é quem sabe discernir o futuro; o passado é passado, mas o porvir é incerto.
11. A terra é sólida, o mar, não.
12. A ambição é insaciável.
13. Sê honesto.
14. Dá-te ao respeito.
QUILON DE LACEDEMÓNIA
1. Conhece-te a ti mesmo.
2. Quando beberes, fala pouco para não cometeres indiscrições.
3. Não ameaces homens livres, pois não é justo.
4. Não maldigas dos outros, para não ouvires críticas desagradáveis.
5. Se fores a uma festa de amigos, vai devagar; mas, se fores ajudá-los na desgraça, corre.
6. Celebra as núpcias sem grandes despesas.
7. Espera que um homem morra, antes de o proclamares virtuoso.
8. Respeita os velhos.
9. Foge dos intriguistas.
10. Vale mais perder do que ganhar com falsidade; no primeiro caso sentirás aborrecimento uma só vez; no segundo, sentilo-ás sempre.
11. Não troces dos infelizes.
12. Se és robusto, fica tranquilo; serás temido, mas não respeitado.
13. Cuida dos assuntos domésticos.
14. Põe a razão antes da língua.
15. Modera a cólera.
16. Ao caminhar, não te mostres apressado, nem levantes a mão, para não pareceres tolo.
17. Cumpre a lei.
18. Se foste vítima de uma injustiça, reconcilia-te com o injusto; se sofreste um ultraje, vinga-te.
PERIANDRO DE CORINTO
1. O estudo abarca todas as coisas.
2. O repouso é agradável.
3. A temeridade é perigosa.
4. Um lucro desonesto é uma calúnia contra o espírito.
5. A democracia é preferível à tirania.
6. Os prazeres são mortais, as virtudes imortais.
7. Moderação na abundância, prudência na adversidade.
8. Mais vale morrer na pobreza, que viver na necessidade.
9. Sê digno de pai e mãe.
10. Procura o louvor em vida e a felicidade na morte.
11. Feliz, ou infeliz, sê contante para os amigos.
12. Transgride os maus juramentos.
13. Guarda os segredos.
14. Julga para obteres a amizade dos julgados.
15. Rege-te pelas leis antigas, mas come alimentos frescos.
16. Castiga os deliquentes mas impede a reincidência.
17. Oculta os desgostos, para não dares motivo de gozo aos inimigos.
CLEÓBULO DE LINDOS
1. A moderação é a melhor medida.
2. Respeitar o pai.
3. Tentemos a boa conduta do corpo e da alma.
4. Mostremos ouvir, mas saibamos distinguir.
5. A sabedoria é preferível à ignorância.
6. Que a nossa língua seja bendicente.
7. É próprio da virtude detestar a injustiça, mas não é próprio da maldade.
8. Sejamos filantropos.
9. Aconselha rectamente os teus concidadãos.
10. Cuidado com a língua.
11. Evitar a violência.
12. Educar os filhos.
13. Implorar a fortuna.
14. Pôr fim aos ódios.
15. Considera inimigo público quem odiar o povo.
16. Evita acarinhar a tua esposa em público; quem a desfruta em público procede mal mas, quem a acaricia, desperta paixões fúteis.
17. Não castigues os servos por estarem ébrios, pois, se o fizeres, serás considerado ébrio também.
18. Casa com mulher da tua condição; se casares com uma rica, em vez de sogros arranjarás patrões.
19. Não encorajes as críticas negativistas com um sorriso, que só te trará a má vontade do criticado.
20. Evita a felicidade orgulhosa e a infelicidade humilhada.
1. Quem promete falta.
2. Perto ou longe, importa lembrar os amigos.
3. Evita os adornos exteriores e procura os interiores.
4. Evita enriquecer por vias desonestas.
5. Evita as palavras que possam ferir os amigos.
6. Procura dar a felicidade aos autores de teus dias.
7. Evita a desonestidade.
8. Espera receber de teus filhos, quando fores velho, o mesmo tratamento que dispensaste a teus pais.
9. A bondade é difícil de reconhecer.
10. A maior alegria vem da posse do objecto amado.
11. A ociosidade é penosa.
12. A gula é um vício.
13. A ignorância é incómoda.
14. Aprende e ensina apenas o bem.
15. Mesmo sendo rico, evita a ociosidade.
16. Guarda segredo da tua felicidade para evitar a inveja.
17. Evita a compaixão alheia.
18. Sê moderado.
19. Não dês excessiva confiança.
20. Se és chefe, começa por saber dominar-te.
BIAS DE PRIENE
1. A maior parte dos homens é desonesta.
2. Vê-te num espelho.
3. Se achares que és belo, procede honestamente; se achares que és feio, corrige as imperfeições.
4. Sê cuidadoso na realização de um projecto e, uma vez iniciado, prossegue sem desfalecimento.
5. Evita a precipitação, a loquacidade e os erros.
6. Não sejas, nem mau, nem tolo.
7. Sê prudente.
8. Quanto aos deuses, limita as tuas afirmações a dizer que são deuses.
9. Reflecte nos teus actos.
10. Aprende a saber ouvir.
11. Fala sempre com propósito.
12. Se fores pobre, não julgues os ricos, a menos que tires daí algum benefício.
13. Persuade pelo bem e nunca pela força.
14. Credita as tuas boas acções à graça dos deuses.
15. Adolescente, sê activo; velho, sê sábio.
16. A memória ao trabalho, a nobreza ao carácter, a temperança à força, a piedade à crença.
17. Corrige a riqueza com amizade, sê leal nas palavras, sensato no silêncio, complacente no juízo, corajoso e viril nas acções, enérgico nos actos, glorioso no poder, autoritário e nobre na maneira de proceder.
SÓLON DE ATENAS
1. Evita o exagero.
2. Evita a crítica para não seres julgado pelo criticado.
3. Evita o prazer, se ele for causa de remorso.
4. Procura ser honesto, porque a honestidade é melhor do que uma palavra honrada.
5. Mede as tuas palavras pelo silêncio e o silêncio pelas circunstâncias.
6. Evita a mentira, confessando a verdade.
7. Esforça-te pela honestidade.
8. Não queiras falar mais sabiamente do que teus maiores.
9. Não tenhas pressa em arranjar amigos e, quando os tiveres, nunca lhes peças provas de amizade.
10. Quando souberes obedecer, saberás chefiar.
11. Se exiges a honestidade dos outros, começa por ser honesto.
12. Aconselha o que for justo, não o que aches agradável.
13. Não sejas insolente.
14. Foge dos maliciosos.
15. Ora aos deuses.
16. Respeita os amigos.
17. Honra pai e mãe.
18. Guia-te pela razão.
19. Nunca digas tudo o que sabes.
20. Ainda que saibas, silencia.
21. Sê dócil para com os familiares.
22. Conjectura o invisível pelo visível.
PÍTACO DE MITILENE
1. Aguarda melhor oportunidade.
2. Não reveles projectos para, se falhares, não seres motivo de troça.
3. Cultua a amizade.
4. Não faças o que não gostares que te façam.
5. Não julgues um infeliz, porque os deuses vingam-se.
6. Paga o que pediste emprestado.
7. Aceita as pequenas contrariedades dos estranhos.
8. Ama o próximo, mesmo que sejas inferior.
9. Não fales mal de um amigo, nem bem dum inimigo; se o fizeres serás insensato.
10. Sábio é quem sabe discernir o futuro; o passado é passado, mas o porvir é incerto.
11. A terra é sólida, o mar, não.
12. A ambição é insaciável.
13. Sê honesto.
14. Dá-te ao respeito.
QUILON DE LACEDEMÓNIA
1. Conhece-te a ti mesmo.
2. Quando beberes, fala pouco para não cometeres indiscrições.
3. Não ameaces homens livres, pois não é justo.
4. Não maldigas dos outros, para não ouvires críticas desagradáveis.
5. Se fores a uma festa de amigos, vai devagar; mas, se fores ajudá-los na desgraça, corre.
6. Celebra as núpcias sem grandes despesas.
7. Espera que um homem morra, antes de o proclamares virtuoso.
8. Respeita os velhos.
9. Foge dos intriguistas.
10. Vale mais perder do que ganhar com falsidade; no primeiro caso sentirás aborrecimento uma só vez; no segundo, sentilo-ás sempre.
11. Não troces dos infelizes.
12. Se és robusto, fica tranquilo; serás temido, mas não respeitado.
13. Cuida dos assuntos domésticos.
14. Põe a razão antes da língua.
15. Modera a cólera.
16. Ao caminhar, não te mostres apressado, nem levantes a mão, para não pareceres tolo.
17. Cumpre a lei.
18. Se foste vítima de uma injustiça, reconcilia-te com o injusto; se sofreste um ultraje, vinga-te.
PERIANDRO DE CORINTO
1. O estudo abarca todas as coisas.
2. O repouso é agradável.
3. A temeridade é perigosa.
4. Um lucro desonesto é uma calúnia contra o espírito.
5. A democracia é preferível à tirania.
6. Os prazeres são mortais, as virtudes imortais.
7. Moderação na abundância, prudência na adversidade.
8. Mais vale morrer na pobreza, que viver na necessidade.
9. Sê digno de pai e mãe.
10. Procura o louvor em vida e a felicidade na morte.
11. Feliz, ou infeliz, sê contante para os amigos.
12. Transgride os maus juramentos.
13. Guarda os segredos.
14. Julga para obteres a amizade dos julgados.
15. Rege-te pelas leis antigas, mas come alimentos frescos.
16. Castiga os deliquentes mas impede a reincidência.
17. Oculta os desgostos, para não dares motivo de gozo aos inimigos.
CLEÓBULO DE LINDOS
1. A moderação é a melhor medida.
2. Respeitar o pai.
3. Tentemos a boa conduta do corpo e da alma.
4. Mostremos ouvir, mas saibamos distinguir.
5. A sabedoria é preferível à ignorância.
6. Que a nossa língua seja bendicente.
7. É próprio da virtude detestar a injustiça, mas não é próprio da maldade.
8. Sejamos filantropos.
9. Aconselha rectamente os teus concidadãos.
10. Cuidado com a língua.
11. Evitar a violência.
12. Educar os filhos.
13. Implorar a fortuna.
14. Pôr fim aos ódios.
15. Considera inimigo público quem odiar o povo.
16. Evita acarinhar a tua esposa em público; quem a desfruta em público procede mal mas, quem a acaricia, desperta paixões fúteis.
17. Não castigues os servos por estarem ébrios, pois, se o fizeres, serás considerado ébrio também.
18. Casa com mulher da tua condição; se casares com uma rica, em vez de sogros arranjarás patrões.
19. Não encorajes as críticas negativistas com um sorriso, que só te trará a má vontade do criticado.
20. Evita a felicidade orgulhosa e a infelicidade humilhada.
Mensagem de boas-vindas
Bem vindos ao meu blog.
No blog haverá lugar para a filosofia, a arte, a história, a poesia, a literatura e tudo o mais que me for lembrando e achar interessante.
Espero que gostem.
Os comentários serão bem vindos.
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