Mensagem de boas vindas

Bem Vindo ao blog Campo da Forca. Apontamentos pessoais também abertos a quem os quiser ver.
Mostrar mensagens com a etiqueta Antropologia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Antropologia. Mostrar todas as mensagens

16/04/21

INTELIGÊNCIA (extraído do ensaio "Inteligência artificial", de Arlindo Oliveira)

Há 14 mil milhões de anos, foram criados o tempo e o espaço, por um evento único, designado Big Bang.

É difícil conceber um estado em que não existe tempo nem espaço, mas, tanto quanto sabemos, essa era a situação antes do Big Bang.

Durante milhares de milhões de anos após o Big Bang, formaram-se corpos celestes por acção da gravidade, que levou a matéria a condensar-se na forma de planetas, estrelas, galáxias e enxames de galáxias.

Há cerca de 4600 milhões de anos formou-se o nosso Sol e, comparativamente pouco tempo depois, a terra que habitamos.

Acredita-se que a vida na Terra nasceu pouco tempo depois, talvez há mais de 4300 milhões de anos. Ao princípio e durante mais de 3000 milhões de anos a vida na Terra era muito simples. Células isoladas ou os seus precursores inventaram a tecnologia necessária para se reproduzir. Não se conhecem os primeiros mecanismos que foram usados pelos mais primitivos seres vivos para se reproduzirem, mas sabe-se que esses mecanismos, fossem quais fossem, permitiam duas funções fundamentais: reprodução e evolução.

Há cerca de 1500 milhões de anos formaram-se células mais complexas que têm um núcleo onde se encontra alojado o ADN. Neste período, é muito provável que diversas vezes agrupamentos de células se tenham formado, criando organismos multicelulares.

Provavelmente, mais de uma vez, grupos de células do mesmo organismo, com ADN igual ou muito semelhante, descobriram que podiam especializar-se.

A selecção natural escolhe impiedosamente os mais aptos e deixa os outros morrer sem descendentes. Dessa forma os organismos tornam-se mais complexos.

Há cerca de 540 milhões de anos, ocorreu um fenómeno único na história da vida na Terra: a explosão do Câmbrico. Uma explosão de diversidade das formas de vida existentes, que perdurou cerca de 20 milhões de anos.

Nesse curto período apareceram os antecessores de todos os tipos de animais vertebrados hoje existentes.

Tanto os artrópodes como os antepassados dos vertebrados desenvolveram sistemas nervosos que se tornaram rapidamente mais sofisticados. Agregados de neurónios formaram-se e foram os precursores de cérebros.

A explosão do câmbrico criou rapidamente um ambiente cada vez mais hostil nos mares de então. A rápida evolução das espécies gerou algo como uma corrida ao armamento, desenvolvendo-se sensores e actuadores cada vez mais sofisticados. Apareceram nos organismos olhos, garras, couraças e antenas, numa luta pela sobrevivência, até aí nunca vista.

Cérebros cada vez mais complexos tornaram-se uma importante arma na guerra pela sobrevivência. Quanto mais inteligentes os animais, maior era a sua capacidade para emboscar a presa e para evitar ser comidos, para identificar perigos e oportunidades.

A corrida pelo desenvolvimento de cérebros maiores e mais complexos, veio a ser finalmente dominada pelos vertebrados.

Passaram-se centenas de milhões de anos até que aparecessem os cérebros mais complexos e evoluídos de todos os animais, os dos mamíferos.

A superior inteligência dos mamíferos poderá ter contribuído para que tenham sobrevivido ao evento catastrófico que determinou a extinção dos dinossauros, há 66 milhões de anos.

Porém, espécies que estão muito afastadas de nós em termos evolutivos, como os cefalópodes, que incluem os polvos, as lulas e os chocos, desenvolveram cérebros sofisticados e complexos, com uma arquitectura muito diferente da dos cérebros dos mamíferos, uma vez que resultou de uma evolução separada e independente. Os cefalópodes separaram-se de nós há cerca de 600 milhões de anos.

O facto de cérebros complexos terem evoluído de forma independente em diferentes famílias de organismos é evidência bastante conclusiva de que a evolução da inteligência é um processo altamente provável, uma vez criadas as condições biológicas para tal.

De entre os mamíferos, os primatas, a ordem à qual pertencemos, assim como os nossos primos mais próximos, exibem os cérebros mais complexos de todos. Provavelmente estes cérebros desenvolveram-se como consequência dos ambientes complexos – florestas e savanas – em que os primatas evoluíram.

Há cerca de três milhões de anos, por razões que não são inteiramente conhecidas (mas que estão provavelmente relacionadas com mutações em genes que controlam a multiplicação dos neurónios) assistiu-se a um crescimento muito rápido dos cérebros na linha de primatas que conduziria até nós.

O volume do cérebro atingiria 600 cm3 no Homo habilis e continuou a crescer de forma muito rápida, até que, há cerca de 600 mil anos, o Homo heidelbergensis já tinha um cérebro já tinha um cérebro comparável ao do Homo sapiens – cerca de 1200 cm3.

O Homo sapiens, a nossa espécie, apareceu há cerca de 200.000 anos, em África. O seu cérebro permitiu-lhe organizar-se em sociedades complexas e usar linguagem para comunicar e criar cultura, passando conhecimento para as gerações seguintes.

Provavelmente o seu cérebro fez também com que a nossa espécie seja a única do género Homo que sobreviveu até hoje. Muitas outras espécies extinguiram-se nas últimas dezenas de milhares de anos, entre as quais o Homo neanderthalensis, que terá desaparecido há cerca de 40.000 anos, e o Homo floresiensis, que desapareceu há apenas 12.000 anos.

Na cultura humana realçar a descoberta do domínio do fogo há cerca de 150.000anos, da agricultura há 10.000 anos e da escrita há 5.000 anos. 

Os tempos geológicos medem-se em milhões de anos, mas podemos, para mais facilmente compreendermos a história da Terra, fazer uma mudança de escala e pensarmos os últimos 4.600 milhões de anos, como tendo tido lugar em apenas 24 horas. Assim:

A Terra formou-se à meia-noite, no início de um longo dia. Os organismos unicelulares apareceram entre a uma e as quatro da madrugada. As células com núcleo surgiram cerca das quatro da tarde. Os primeiros mecanismos para transmitir sinais eléctricos, usando as paredes celulares, terão surgido ao fim da tarde, cerca das sete horas. A explosão do Câmbrico, que criou uma enorme diversidade de animais, teve lugar pouco depois das nove da noite. Os mamíferos terão aparecido cerca das onze da noite e os dinossauros extinguiram-se 20 minutos antes da meia-noite. Cerca de dois minutos antes da meia-noite viveram os mais recentes antepassados comuns a nós e aos nossos primos chimpanzés e bonobos. Um minuto antes da meia-noite, vimos aparecer os sucessivos membros do género Homo. Faltavam quatro segundos para a meia-noite quando apareceram os primeiros membros da nossa espécie, Homo sapiens, nas savanas africanas. Um quarto de segundo antes da meia-noite foi inventada a agricultura, que permitiu que um enorme aumento do número de indivíduos que podiam viver numa dada região. No último décimo de segundo foi inventada a escrita, a matemática e, mais tarde, de um enorme conjunto de outras tecnologias.

Tentar projectar o futuro da nossa espécie nos próximos 5000 anos (um décimo de segundo na escala comprimida) ou nos próximos três milhões (um minuto nessa mesma escala) é provavelmente tarefa tão impossível para nós como seria, para uma formiga, tentar perceber a civilização humana.

Não temos, simplesmente, mecanismos mentais para perceber no que poderá transformar-se uma civilização tecnológica num período de 5000 anos, e muito menos no que poderá consistir uma civilização tecnológica com milhões de anos de existência.

Pode de facto acontecer que tais civilizações sejam comuns na Galáxia, mas que estejam para lá da nossa compreensão e da nossa capacidade de detecção, da mesma forma que está para lá da compreensão duma formiga apreender a complexidade da civilização humana actual.

Em todo o caso, é pouco provável que, no futuro, o suporte biológico que tem servido a nossa espécie há centenas de milhares de anos se mantenha como a única forma de suportar inteligência humana. Num futuro distante, pode até acontecer que a espécie humana abandone completamente o suporte biológico em que se desenvolveu para viver inteiramente suportada em computadores, que emulem o corpo e o cérebro de cada indivíduo, vivendo em realidades virtuais, ou controlando os ambientes de mundos distantes através de robôs. Se assim for as inteligências artificiais não serão apenas nossos parceiros na construção da sociedade do futuro. Serão, de certa forma, os nossos descendentes, os representantes da natureza humana no futuro e no espaço distante.

26/03/18

MISTÉRIOS E ENIGMAS

1 - O MISTÉRIO DAS PIRÂMIDES EGÍPCIAS

Foram os egípcios que construíram as pirâmides?... Ou as pirâmides já lá estavam quando os egípcios chegaram?
As semelhanças encontradas são simples coincidências?...
Ou terá existido uma antiga civilização global há muitos milhares de anos?
Ou mesmo algum conhecimento comum a várias culturas? 

A História oficial diz-nos que as 3 grandes pirâmides de Egipto foram feitas por escravos, e mandadas construir como túmulos para os faraós (Queops, Quéfren e Miquerinos)

Estima-se que foram feitas há aproximadamente 5 mil anos.

Relembremos como estão construídas as pirâmides, baseando-nos na grande pirâmide, formada por 2.300.000 blocos de pedra pesando entre 2,5 a 60 toneladas cada um.
 Seria como mover o peso equivalente a 12 camiões juntos.
Voltemos à História oficial: segundo ela, as pirâmides foram construídas por escravos, durante um período de 20 anos, aproximadamente.
Ok. Imagine-se então a velocidade a que deviam trabalhar, tendo em conta os 2.300.000 blocos colocadas, mesmo a trabalhar 10 horas por dia, todos os dias da semana e 365 dias por ano: teriam que pôr um bloco sobre outro a cada 2 minutos – um bloco a cada 2 minutos - blocos que vão desde 2,5 a 60 toneladas…

2

Outro dado interessante da grande pirâmide é que, se a virmos desde o seu ponto mais alto, a sua ponta está desviada apenas 6 milímetros do meio da base - 6 milímetros de erro… ao pôr 2.300.000 blocos a uma altura de quase 150 metros…


Nem mesmo os nossos edifícios mais “modernos” têm essa precisão, e estamos muito longe de a igualar.


3

Dizem os investigadores que as pirâmides foram construídas como túmulos. Quando as descobriram tiveram que usar dinamite em algumas para entrar, porque em nenhum lado havia entrada.


Ao entrar depararam-se com um sarcófago coberto por uma peça de várias toneladas em cima que o selava, mas quando conseguiram tirá-la, não havia nenhuma múmia lá dentro.



Que explicação terão dado os profanadores de túmulos?

Mas em teoria, os profanadores entraram (vá-se lá saber como, já que não havia entrada nas pirâmides), levantaram a peça de várias toneladas (mais uma vez, como?), roubaram tudo o que havia lá dentro, voltaram a pôr a peça no lugar, e repartiram… - terá isto sentido?

4
Outro dado interessante é que sabemos que os egípcios pintavam hieróglifos EM TODA A PARTE…
Através desses hieróglifos, contaram-nos TUDO da sua vida, até como tomavam banho… mas em NENHUM LADO contam como fizeram as pirâmides.
E mais importante… NÃO HAVIA NEM UM hieróglifo pintado dentro das pirâmides.




5
Mas sabemos que elas estão alinhadas com a constelação de Orion!

Simplesmente impressionante!



6

Dizem-nos que os escravos construíram as pirâmides usando rampas, roldanas, ferramentas de cobre, troncos de madeira, etc, etc. E o mais engraçado é que, actualmente, com toda a nossa tecnologia, nos seria impossível fazer uma réplica das pirâmides, com a enorme precisão das egípcias. Esses escravos do Egipto tinham que ser uns peritos requintados!
A teoria oficial não passa pois de uma teoria, já que ninguém tem certezas de como foram construídas as pirâmides, além de cada vez mais surgirem novas teorias no mundo da arqueologia.
No entanto, continuamos a ver em documentários televisivos e em livros de História que o assunto é tratado como se a teoria oficial fosse um facto.

7
A estátua de Ramsés II

Quando encontraram a estátua de Ramsés II no solo, decidiram movê-la para fazer precisamente o museu de Ramsés.
Mas acontece que a estátua é um bloco sólido de aproximadamente 1.000 toneladas.
Assim, quando se deram conta que seria impossível mover a estátua sem a cortar em pedaços, decidiram construir o museu à volta do local onde ela se encontrava.

E os que a esculpiram, como terão feito?




8
Passemos ao templo de Osiris en Abydos.

Vejam as imagens e o desenho que aparece.

O que se vê não é uma pintura, mas um desenho esculpido.
E este desenho está talhado com vários centímetros de profundidade, ou seja, se cortássemos um bocado na superfície da pedra, o desenho continuaria a aparecer…
Os cientistas não têm a menor ideia de como foi feito; dizem que está QUEIMADO sobre a rocha, não havendo qualquer meio de o refazermos de maneira idêntica actualmente.



Vejamos o seu simbolismo.
A Flor da Vida

“A Flor da Vida” é um símbolo secreto criado pela inscrição de 13 círculos. É o modelo mais importante e sagrado do universo.
Encontramos este símbolo em várias partes do mundo.
Da Vinci dedicou-lhe muitos dos seus estudos.
Mas encontramo-lo noutros lugares.
Se formos à “Cidade Proibida”, na China… …veremos os “Leões de Fu”…
que têm sob as patas… …a Flor da  Vida !






9
Voltemos ao Egipto.


Não há muito tempo, foi descoberta uma cidade submersa perto de Alexandria, chamada Heraklion.






Muitas culturas antigas  viam o leão como o guardião do conhecimento.
Vemos monumentos similares em várias das nossas cidades, mas todos são atribuídos a qualquer tradição antiga.






Mas há outras “coincidências”:
Vamos do Egipto ao México, à pirâmide do Sol em Teotihuacán.

Podemos observar que os seus santuários também estavam alinhados com a constelação de Orion.
E que até as dimensões da base das pirâmides são semelhantes.
(sobrepondo a grande pirâmide do Egipto  a outra do México)
Como podem duas culturas que, segundo os livros de História, nada tinham a ver uma com a outra e viveram em épocas diferentes, ter  construído monumentos semi-idênticos e com o mesmo alinhamento estelar?
Seria muita coincidência.




Em muitos outros locais do planeta podemos encontrar pirâmides.
O governo chinês nega a existência de pirâmides, tendo mesmo semeado vegetação numa delas para a ocultar.
Pirâmides na Itália
Há arqueólogos, cientistas, investigadores, etc, que procuram esconder este facto, afirmando outros que estas pirâmides são apenas montanhas naturais…
Se assim fosse, como explicar que essas montanhas “naturais” se alinham, “naturalmente”, com Orion?
Foram ainda encontradas pirâmides submersas em Yonagui (Japão)
Quando fizeram a datação, através do carbono 14, do coral que se formou em baixo das pirâmides desde que se afundaram, concluíram que “as pirâmides se afundaram há aproximadamente 10.000 anos”...
Mais recentemente, descobriram-se outras pirâmides submersas no Atlântico: junto às Bermudas e aos Açores.













10
 Pirâmides na Antárdida
Muitos cientistas estão alarmados porque a Antártida está a derreter mais rapidamente do que era esperado mas, para além das consequências que isso pode trazer, está a revelar-nos segredos incríveis. 


Muitas coisas estão a vir à tona ultimamente, e quem sabe o que poderemos vir a conhecer em breve…
Torna-se claro que não conhecemos o nosso próprio mundo. Nem o que aconteceu neste planeta há bastantes milhares de anos…

ou talvez alguns saibam….


11
Gruta dos Tayos (Equador)

300 PEÇAS ENIGMÁTICAS  NA SELVA DO EQUADOR

Em 1984, uma descoberta impressionante na Selva do Equador, na Gruta dos  Tayos, numa localidade chamada La Maná, abalava o mundo da  arqueologia proibida, embora –supostamente – tenham ocultado mais uma vez o facto, para  nos manter na amnésia histórica com que sempre nos querem adormecer.






12
VEJAM  ESSA  ÚLTIMA !

Esta peça é chamada “A Pirâmide negra do Filho do Criador”; esse nome deve-se à tradução das inscrições nessa pedra, onde está escrito “o filho do criador provém daqui”.

A pedra é branca e preta, formando uma pirâmide de tijolo com treze níveis.
Há também um olho engenhosamente incrustado na parte superior da pirâmide.
Visto no escuro, com aplicação de luz ultravioleta…
Parece um olho, mas não exactamente humano.
E se virarmos esta pirâmide…
No fundo da pirâmide há uma incrustação, sob a forma de pequenas placas de ouro…
…mostrando a constelação de Orion e uma escrita desconhecida.
Claramente, Orion significava algo de muito importante para as civilizações antigas.






Observemos melhor esta pirâmide:

Não vimos já, bastantes vezes, o símbolo de uma pirâmide com um olho na parte de cima?
Tanto a pirâmide do dólar como o artefacto de Maná
contam 13 escalões.
“A pirâmide e o olho” é um dos símbolos usados pela maçonaria actual.
Torna-se evidente que esta simbologia remonta a milhares de anos, sabe-se lá quantos…







Será que alguns poucos foram passando o conhecimento de geração em geração, durante milhares de anos? Será que se aproveitaram desse conhecimento para fins egoístas ou menos nobres que os ancestrais?

E o que terá acontecido a essas culturas antigas tão avançadas?

(Adaptação dum trabalho de autor por mim desconhecido e que me chegou através dum amigo)