Pelo sonho é que vamos,
Comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não frutos,
Pelo Sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
Que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
Com a mesma alegria,
Ao que desconhecemos
E ao que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
-Partimos. Vamos. Somos.
Sebastião da Gama
24/06/10
22/06/10
É preciso avisar toda a gente
É preciso avisar toda a gente.
Dar notícia, informar, prevenir
Que por cada flor estrangulada
Há milhões de sementes a florir.
É preciso avisar toda a gente.
Segredar a palavra e a senha,
Engrossando a verdade corrente
Duma força que nada a detenha.
É preciso avisar toda a gente
Que há fogo no meio da floresta
E que os mortos apontam em frente
O caminho da esperança que resta.
É preciso avisar toda a gente
Transmitindo este morse de dores
É preciso, imperioso e urgente
Mais flores, mais flores, mais flores.
João Apolinário
Dar notícia, informar, prevenir
Que por cada flor estrangulada
Há milhões de sementes a florir.
É preciso avisar toda a gente.
Segredar a palavra e a senha,
Engrossando a verdade corrente
Duma força que nada a detenha.
É preciso avisar toda a gente
Que há fogo no meio da floresta
E que os mortos apontam em frente
O caminho da esperança que resta.
É preciso avisar toda a gente
Transmitindo este morse de dores
É preciso, imperioso e urgente
Mais flores, mais flores, mais flores.
João Apolinário
Arte de Dizer
Dizer bem é, acima de tudo, compenetrarmo-nos das ideias e dos sentimentos alheios e transmiti-los aos outros como se fossem nossos.
É falar dando às frases e às palavras mais importantes do texto o seu justo valor, passar por umas ao de leve, acentuar outras, distribuir por todas elas os planos e os relevos, as luzes e as sombras. Numa palavra, dizer é modelar.
Quando falamos, as frases saem-nos de um jacto, mas quando as dizemos elas terão de ser contornadas, coloridas, modeladas, a ponto de se converterem em motivo de beleza artística.
Articulação
Articulação é a pronunciação clara e distinta das sílabas que constituem as palavras.
É indispensável articular as palavras, em termos que elas cheguem nitidamente aos ouvidos daqueles que nos escutem.
Convém, no entanto, acentuar que cada sílaba deverá ser articulada de forma diferente.
É sobre as sílabas finais que nos devemos apoiar com toda a nitidez porque elas são, por assim dizer, o ponto luminoso da palavra.
A articulação pode, pelo seu poder expressivo, encobrir as deficiências de uma voz fraca e até mesmo defeituosa.
Com boa articulação, ainda que com pouca voz, pode-se dizer primorosamente.
Com uma boa voz, mas sem uma boa articulação, não há dicção que preste.
Se não articularmos com toda a nitidez, ninguém nos prestará a atenção devida e tão pouco nos compreenderá.
Pontuação
Respeitar a pontuação, compreendê-la, interpretar e marcar com precisão todos os diferentes valores, são princípios essenciais sobre que assenta uma dicção correcta.
No entanto, é conveniente acentuar que, muitas vezes, os sinais da pontuação nem sempre orientam o leitor, porque além de serem em número muito limitado, não correspondem de uma forma absoluta, às intenções que o autor tenta imprimir às frases do texto, deixando, no entanto, ao critério do artista o cuidado de os interpretar inteligentemente.
Respiração
As vias respiratórias de quem fala em público, deverão estar em perfeito estado de desenvolvimento físico. O aparelho respiratório é tão indispensável a quem lê ou recita, como os dentes, a língua e as cordas vocais.
Leitura expressiva
Para se conseguir uma leitura expressiva é indispensável, primeiro que tudo, fazer uma análise literária, muito atenta e minuciosa, do texto.
São poucos os indivíduos que dizem bem porque não se dão ao trabalho preliminar de interpretar o que o autor quiz dizer.
Ritmo e Movimento
Uma composição poética deve ser dita no seu ritmo próprio.
O leitor ou recitador que não tiver o dom de fazer valer os ritmos, não conseguirá jamais obter o aplauso do público.
É falar dando às frases e às palavras mais importantes do texto o seu justo valor, passar por umas ao de leve, acentuar outras, distribuir por todas elas os planos e os relevos, as luzes e as sombras. Numa palavra, dizer é modelar.
Quando falamos, as frases saem-nos de um jacto, mas quando as dizemos elas terão de ser contornadas, coloridas, modeladas, a ponto de se converterem em motivo de beleza artística.
Articulação
Articulação é a pronunciação clara e distinta das sílabas que constituem as palavras.
É indispensável articular as palavras, em termos que elas cheguem nitidamente aos ouvidos daqueles que nos escutem.
Convém, no entanto, acentuar que cada sílaba deverá ser articulada de forma diferente.
É sobre as sílabas finais que nos devemos apoiar com toda a nitidez porque elas são, por assim dizer, o ponto luminoso da palavra.
A articulação pode, pelo seu poder expressivo, encobrir as deficiências de uma voz fraca e até mesmo defeituosa.
Com boa articulação, ainda que com pouca voz, pode-se dizer primorosamente.
Com uma boa voz, mas sem uma boa articulação, não há dicção que preste.
Se não articularmos com toda a nitidez, ninguém nos prestará a atenção devida e tão pouco nos compreenderá.
Pontuação
Respeitar a pontuação, compreendê-la, interpretar e marcar com precisão todos os diferentes valores, são princípios essenciais sobre que assenta uma dicção correcta.
No entanto, é conveniente acentuar que, muitas vezes, os sinais da pontuação nem sempre orientam o leitor, porque além de serem em número muito limitado, não correspondem de uma forma absoluta, às intenções que o autor tenta imprimir às frases do texto, deixando, no entanto, ao critério do artista o cuidado de os interpretar inteligentemente.
Respiração
As vias respiratórias de quem fala em público, deverão estar em perfeito estado de desenvolvimento físico. O aparelho respiratório é tão indispensável a quem lê ou recita, como os dentes, a língua e as cordas vocais.
Leitura expressiva
Para se conseguir uma leitura expressiva é indispensável, primeiro que tudo, fazer uma análise literária, muito atenta e minuciosa, do texto.
São poucos os indivíduos que dizem bem porque não se dão ao trabalho preliminar de interpretar o que o autor quiz dizer.
Ritmo e Movimento
Uma composição poética deve ser dita no seu ritmo próprio.
O leitor ou recitador que não tiver o dom de fazer valer os ritmos, não conseguirá jamais obter o aplauso do público.
03/05/10
Picasa - capturar, organizar e editar fotos
1 - As pastas do Picasa
As imagens ou fotos existentes no PC, são ficheiros que se podem encontrar em diversas directorias (pastas) nos diversos discos do PC.
Quando se instala o Picasa pela 1ª vez no PC, este faz uma verificação completa de todas essas imagens e exibi-as na biblioteca do programa.
Para visualizar as fotos que estão contidas em qualquer pasta, basta clicar sobre essa pasta na biblioteca.
Se entretanto foram gravadas novas fotos em outras pastas que não estejam listadas no Picasa, pode-se incluí-las no programa abrindo o “Menu > Arquivo” e escolhendo “Adicionar pasta ao Picasa”. Na janela que se abrirá em seguida, apresentando todas as pastas do PC, selecciona-se aquela que se deseja incluir no Picasa e clica-se na opção “Verificar sempre”, depois basta clicar OK e a pasta escolhida passa a estar disponível na biblioteca do programa.
Com o Picasa pode-se retirar uma fotografia dos arquivos do PC. Basta seleccioná-la e eliminá-la. Essa foto desaparecerá também de todos os álbuns que a contém.
Para importar fotos de uma câmara fotográfica digital ou de um cartão de memória liga-se esse equipamento ao PC, como se faria para transferir essas fotos, abre-se o Picasa e clica-se no botão “Importar”, abrir-se-á uma janela e uma mostra de todas as fotos da câmara. Selecciona-se as fotos, dá-se nome à pasta a criar, o seu local no PC e informações adicionais. Clicando em concluir, o Picasa importará as fotos e exibi-las-á na pasta onde foram gravadas.
Quando se instala o Picasa também fica instalado o Visualizador de Fotos que é integrado com o Windows Explorer. Dando um duplo clique sobre qualquer fotografia numa pasta, esta é exibida em tamanho natural pelo visualizador. Podemos alterar a configuração do visualizador clicando em “Ferramentas – Configurar visualizador de fotos”.
2 - Os álbuns do Picasa
Criar álbuns
O Picasa permite organizar as fotos em álbuns.
Para criar um novo álbum clica-se no botão “Adicionar álbum2 na Barra de ferramentas. Preenche-se a janela que surge, com nome do álbum (que deve identificar o seu conteúdo), data, data, local, descrição e se se quizer, música de fundo para apresentação do álbum em slideshow.
O álbum criado é exibido na biblioteca do Picasa, com a indicação do número de fotografias que contém.
Para acrescentar fotos a um álbum, basta abrir a pasta que a contém, escolhê-la e arrastá-la para o álbum. A foto continua na pasta que a contém. Nos álbuns armazenam-se não os ficheiros mas apenas a sua referência.
Excluindo uma foto de um álbum não afecta os arquivos originais do PC e portanto a foto permanecerá na sua pasta e não é excluída de outros álbuns onde eventualmente exista.
Editar e aplicar efeitos numa foto dum álbum
Para editar e aplicar efeitos numa foto, selecciona-se a foto num álbum e clica-se duplamente sobre ela. A foto surgirá no lado direito da tela e no lado esquerdo surge um painel com 3 abas que permitem, a 1ª os recursos básicos como corte, retoques, texto (escolhendo com o rato os locais da foto para o inserir), etc.; com a 2ª acede-se aos recursos de ajuste de luz, sombras e cores; com a 3ª acede-se aos efeitos do Picasa que podem ser aplicados na foto. Para incluir legendas na foto basta clicar no campo abaixo da foto e digitar o texto desejado.
Notar que as alterações são efectuadas nas fotos do álbum. Para aplicar as alterações na foto original, existente numa pasta do PC, é necessário clicar na opção “Salvar em disco” que aparece clicando com o botão direito do rato sobre a foto.
Organizando os álbuns do Picasa
Quando se selecciona uma foto, os seus detalhes são exibidos numa barra.
Para se alterar a ordem das fotos num álbum basta arrastar a foto para o local desejado.
Para ordenar as fotos por nome, data ou tamanho, basta clicar com o botão direito do rato sobre o ícon do álbum e escolher a respectiva opção.
Para alterar a descrição do álbum, clica-se com o botão direito do rato sobre ele e escolhe-se essa opção no menu. A caixa utilizada na criação do álbum surgirá para alterações.
Para inserir seleccionar fotos favoritas num álbum, selecciona-se a foto e clica-se no botão da estrela existente na parte inferior da tela. Clicando segunda vez, remove a estrela.
Exibir as fotos dum álbum num slideshow
Abre-se o álbum no Picasa, selecciona-se a 1ª foto e clica-se no botão de apresentação na barra de ferramentas.
Uma após outra, as fotos são exibidas em tela cheia.
Movendo o rato surge na parte inferior da tela, a barra de reprodução.
Com essa barra pode-se rodar a foto, nivelar o zoom, ver a foto anterior ou posterior, colocar ou remover estrelas, ajustar enquadramentos, escolher transições, alterar o tempo de transição e sair do modo de slideshow.
3- Os álbuns da Web do Picasa
Antes de se publicar e compartilhar fotos na Web usando o Picasa ter-se-á que abrir uma conta na Google e assim aí criar os seus álbuns on-line.
Para publicar álbuns ou fotos na Web basta seleccioná-los na Biblioteca do Picasa e clicar no botão “Upload”. Na janela que surge selecciona-se um álbum da Web onde serão publicadas as fotos ou pode-se criar um álbum novo clicando no botão “Novo”. Faz-se ainda a opção se o Álbum da Web é público, não listado ou particular.
Os álbuns da Web podem ser compartilhados com amigos ou parentes, clicando no botão “Compartilhar”. Serão assim enviados e-mails às pessoas seleccionadas convidando-as a visualizar as fotos.
Para que qualquer alteração feita no álbum do Picasa seja feita simultaneamente no álbum da Web clica-se no botão “Sincronizar”.
As imagens ou fotos existentes no PC, são ficheiros que se podem encontrar em diversas directorias (pastas) nos diversos discos do PC.
Quando se instala o Picasa pela 1ª vez no PC, este faz uma verificação completa de todas essas imagens e exibi-as na biblioteca do programa.
Para visualizar as fotos que estão contidas em qualquer pasta, basta clicar sobre essa pasta na biblioteca.
Se entretanto foram gravadas novas fotos em outras pastas que não estejam listadas no Picasa, pode-se incluí-las no programa abrindo o “Menu > Arquivo” e escolhendo “Adicionar pasta ao Picasa”. Na janela que se abrirá em seguida, apresentando todas as pastas do PC, selecciona-se aquela que se deseja incluir no Picasa e clica-se na opção “Verificar sempre”, depois basta clicar OK e a pasta escolhida passa a estar disponível na biblioteca do programa.
Com o Picasa pode-se retirar uma fotografia dos arquivos do PC. Basta seleccioná-la e eliminá-la. Essa foto desaparecerá também de todos os álbuns que a contém.
Para importar fotos de uma câmara fotográfica digital ou de um cartão de memória liga-se esse equipamento ao PC, como se faria para transferir essas fotos, abre-se o Picasa e clica-se no botão “Importar”, abrir-se-á uma janela e uma mostra de todas as fotos da câmara. Selecciona-se as fotos, dá-se nome à pasta a criar, o seu local no PC e informações adicionais. Clicando em concluir, o Picasa importará as fotos e exibi-las-á na pasta onde foram gravadas.
Quando se instala o Picasa também fica instalado o Visualizador de Fotos que é integrado com o Windows Explorer. Dando um duplo clique sobre qualquer fotografia numa pasta, esta é exibida em tamanho natural pelo visualizador. Podemos alterar a configuração do visualizador clicando em “Ferramentas – Configurar visualizador de fotos”.
2 - Os álbuns do Picasa
Criar álbuns
O Picasa permite organizar as fotos em álbuns.
Para criar um novo álbum clica-se no botão “Adicionar álbum2 na Barra de ferramentas. Preenche-se a janela que surge, com nome do álbum (que deve identificar o seu conteúdo), data, data, local, descrição e se se quizer, música de fundo para apresentação do álbum em slideshow.
O álbum criado é exibido na biblioteca do Picasa, com a indicação do número de fotografias que contém.
Para acrescentar fotos a um álbum, basta abrir a pasta que a contém, escolhê-la e arrastá-la para o álbum. A foto continua na pasta que a contém. Nos álbuns armazenam-se não os ficheiros mas apenas a sua referência.
Excluindo uma foto de um álbum não afecta os arquivos originais do PC e portanto a foto permanecerá na sua pasta e não é excluída de outros álbuns onde eventualmente exista.
Editar e aplicar efeitos numa foto dum álbum
Para editar e aplicar efeitos numa foto, selecciona-se a foto num álbum e clica-se duplamente sobre ela. A foto surgirá no lado direito da tela e no lado esquerdo surge um painel com 3 abas que permitem, a 1ª os recursos básicos como corte, retoques, texto (escolhendo com o rato os locais da foto para o inserir), etc.; com a 2ª acede-se aos recursos de ajuste de luz, sombras e cores; com a 3ª acede-se aos efeitos do Picasa que podem ser aplicados na foto. Para incluir legendas na foto basta clicar no campo abaixo da foto e digitar o texto desejado.
Notar que as alterações são efectuadas nas fotos do álbum. Para aplicar as alterações na foto original, existente numa pasta do PC, é necessário clicar na opção “Salvar em disco” que aparece clicando com o botão direito do rato sobre a foto.
Organizando os álbuns do Picasa
Quando se selecciona uma foto, os seus detalhes são exibidos numa barra.
Para se alterar a ordem das fotos num álbum basta arrastar a foto para o local desejado.
Para ordenar as fotos por nome, data ou tamanho, basta clicar com o botão direito do rato sobre o ícon do álbum e escolher a respectiva opção.
Para alterar a descrição do álbum, clica-se com o botão direito do rato sobre ele e escolhe-se essa opção no menu. A caixa utilizada na criação do álbum surgirá para alterações.
Para inserir seleccionar fotos favoritas num álbum, selecciona-se a foto e clica-se no botão da estrela existente na parte inferior da tela. Clicando segunda vez, remove a estrela.
Exibir as fotos dum álbum num slideshow
Abre-se o álbum no Picasa, selecciona-se a 1ª foto e clica-se no botão de apresentação na barra de ferramentas.
Uma após outra, as fotos são exibidas em tela cheia.
Movendo o rato surge na parte inferior da tela, a barra de reprodução.
Com essa barra pode-se rodar a foto, nivelar o zoom, ver a foto anterior ou posterior, colocar ou remover estrelas, ajustar enquadramentos, escolher transições, alterar o tempo de transição e sair do modo de slideshow.
3- Os álbuns da Web do Picasa
Antes de se publicar e compartilhar fotos na Web usando o Picasa ter-se-á que abrir uma conta na Google e assim aí criar os seus álbuns on-line.
Para publicar álbuns ou fotos na Web basta seleccioná-los na Biblioteca do Picasa e clicar no botão “Upload”. Na janela que surge selecciona-se um álbum da Web onde serão publicadas as fotos ou pode-se criar um álbum novo clicando no botão “Novo”. Faz-se ainda a opção se o Álbum da Web é público, não listado ou particular.
Os álbuns da Web podem ser compartilhados com amigos ou parentes, clicando no botão “Compartilhar”. Serão assim enviados e-mails às pessoas seleccionadas convidando-as a visualizar as fotos.
Para que qualquer alteração feita no álbum do Picasa seja feita simultaneamente no álbum da Web clica-se no botão “Sincronizar”.
01/05/10
All you need is love
"There’s nothing you can do that can’t be done.
Nothing you can sing that can’t be sung.
Nothing you can say but you can learn how to play the game
It’s easy.
There’s nothing you can make that can’t be made.
No one you can save that can’t be saved.
Nothing you can do but you can learn how to be in time
It’s easy.
All you need is love, all you need is love,
All you need is love, love, love is all you need.
Love, love, love, love, love, love, love, love, love.
All you need is love, all you need is love,
All you need is love, love, love is all you need.
There’s nothing you can know that isn’t known.
Nothing you can see that isn’t shown.
Nowhere you can be that isn’t where you’re meant to be.
It’s easy.
All you need is love, all you need is love,
All you need is love, love, love is all you need.
All you need is love (all together now)
All you need is love (everybody)
All you need is love, love, love is all you need"
Beatles
Nothing you can sing that can’t be sung.
Nothing you can say but you can learn how to play the game
It’s easy.
There’s nothing you can make that can’t be made.
No one you can save that can’t be saved.
Nothing you can do but you can learn how to be in time
It’s easy.
All you need is love, all you need is love,
All you need is love, love, love is all you need.
Love, love, love, love, love, love, love, love, love.
All you need is love, all you need is love,
All you need is love, love, love is all you need.
There’s nothing you can know that isn’t known.
Nothing you can see that isn’t shown.
Nowhere you can be that isn’t where you’re meant to be.
It’s easy.
All you need is love, all you need is love,
All you need is love, love, love is all you need.
All you need is love (all together now)
All you need is love (everybody)
All you need is love, love, love is all you need"
Beatles
27/04/10
19/04/10
Livros que mudaram o Mundo
Odisseia – Homero ( Séc. VIII a.C.)
Apologia de Sócrates – Platão (427a.C.–347a.C.)
A República – Platão (427a.C.–347a.C.)
Bhagavad-Guitá - desconhecido (Séc. V a.C. –Séc. II a.C.)
Bíblia Sagrada (compilação de 73 livros) – vários
Confissões – Santo Agostinho (354-430)
Alcorão – Maomé (570-632)
Divina Comédia – Dante Alighieri (1265-1321)
O Príncipe – Nicolau Maquiavel (1469-1527)
Elogio da Loucura – Erasmo de Roterdão (1469-1536)
Utopia – Thomas More (1478-1535)
Hamlet – William Shakespeare (1564-1616)
Discurso do Método – René Descartes (1596-1650)
O Contrato Social – Jean-Jacques Rousseau (1712-1778)
Fausto – J. W. von Goethe (1749-1832)
A Origem das Espécies – Charles Darwin (1809-1882)
Manifesto do Partido Comunista – Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895)
A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo – Max Weber (1864-1920)
Apologia de Sócrates – Platão (427a.C.–347a.C.)
A República – Platão (427a.C.–347a.C.)
Bhagavad-Guitá - desconhecido (Séc. V a.C. –Séc. II a.C.)
Bíblia Sagrada (compilação de 73 livros) – vários
Confissões – Santo Agostinho (354-430)
Alcorão – Maomé (570-632)
Divina Comédia – Dante Alighieri (1265-1321)
O Príncipe – Nicolau Maquiavel (1469-1527)
Elogio da Loucura – Erasmo de Roterdão (1469-1536)
Utopia – Thomas More (1478-1535)
Hamlet – William Shakespeare (1564-1616)
Discurso do Método – René Descartes (1596-1650)
O Contrato Social – Jean-Jacques Rousseau (1712-1778)
Fausto – J. W. von Goethe (1749-1832)
A Origem das Espécies – Charles Darwin (1809-1882)
Manifesto do Partido Comunista – Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895)
A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo – Max Weber (1864-1920)
18/04/10
15/04/10
Marcha do ódio
Ódio ao pirata, ódio ao bandido,
Ódio ao ladrão!
Ódio de estóico, que é vencido:
Para morrer, - sem um gemido!
Para matar, - sem um perdão!
Ódio danado, ervado, infrene,
Ódio mortal!
Ódio que turve e que envenene
A fonte angélica e perene
Do branco leite maternal.
Ódio que vá, contínua herança
De luto e dor,
D'alma do velho à da criança,
Como uma seiva ébria d'esp'rança
Duma raiz para uma flor!
Ódio que o Beijo, verdadeiro
Íman de Deus,
Transmita eléctrico e ligeiro,
Quer, a sorrir, no amor primeiro,
Quer, a expirar, no extremo adeus!
Ódio, facada escancarada
De canibais,
Boca blasfema d'alvorada,
Sempre a sangrar, nunca fechada,
Nunca, Jamais, jamais, jamais!
Ódio que, assim, como um cautério
De fogo atroz,
Requeime o egoísmo deletério,
Fermentação de cemitério
A apodrecer dentro de nós!
Ódio, explosão duma cratera,
Rubro e febril!
Ódio invencível como a hera,
Ódio com dentes de pantera,
Ódio com babas de réptil!
Ódio inflamando-nos, gangrena
Canicular!
Ódio d'Alsácia e de Lorena,
Ódio de mãe, - mulher ou hiena,
Se um filho, ó Deus, lhe vão matar!
Ódio sublime, hóstia com travos
De raiva e fel!
Hóstia da missa dos escravos,
Hóstia mais doce para os bravos
Do que a ambrosia e do que o mel!
Ódio feroz, cilício ardente
Cosido aos rins!
Ódio demente, ódio estridente,
Ódio que morda e ensanguente
A boca em brasa dos clarins!
Ódio sem termo, ódio sem jugo,
Ódio sem lei!
Ódio d'herói, que, digno d'Hugo,
Sob o montante dum verdugo
Cospe inda insultos contra um rei!
Ódio de monstro ensanguentado
Numa prisão,
Ódio bradando, - inútil brado!
Como uma cruz num descampado,
Como um punhal num coração!
Guerra Junqueiro
Ódio ao ladrão!
Ódio de estóico, que é vencido:
Para morrer, - sem um gemido!
Para matar, - sem um perdão!
Ódio danado, ervado, infrene,
Ódio mortal!
Ódio que turve e que envenene
A fonte angélica e perene
Do branco leite maternal.
Ódio que vá, contínua herança
De luto e dor,
D'alma do velho à da criança,
Como uma seiva ébria d'esp'rança
Duma raiz para uma flor!
Ódio que o Beijo, verdadeiro
Íman de Deus,
Transmita eléctrico e ligeiro,
Quer, a sorrir, no amor primeiro,
Quer, a expirar, no extremo adeus!
Ódio, facada escancarada
De canibais,
Boca blasfema d'alvorada,
Sempre a sangrar, nunca fechada,
Nunca, Jamais, jamais, jamais!
Ódio que, assim, como um cautério
De fogo atroz,
Requeime o egoísmo deletério,
Fermentação de cemitério
A apodrecer dentro de nós!
Ódio, explosão duma cratera,
Rubro e febril!
Ódio invencível como a hera,
Ódio com dentes de pantera,
Ódio com babas de réptil!
Ódio inflamando-nos, gangrena
Canicular!
Ódio d'Alsácia e de Lorena,
Ódio de mãe, - mulher ou hiena,
Se um filho, ó Deus, lhe vão matar!
Ódio sublime, hóstia com travos
De raiva e fel!
Hóstia da missa dos escravos,
Hóstia mais doce para os bravos
Do que a ambrosia e do que o mel!
Ódio feroz, cilício ardente
Cosido aos rins!
Ódio demente, ódio estridente,
Ódio que morda e ensanguente
A boca em brasa dos clarins!
Ódio sem termo, ódio sem jugo,
Ódio sem lei!
Ódio d'herói, que, digno d'Hugo,
Sob o montante dum verdugo
Cospe inda insultos contra um rei!
Ódio de monstro ensanguentado
Numa prisão,
Ódio bradando, - inútil brado!
Como uma cruz num descampado,
Como um punhal num coração!
Guerra Junqueiro
02/04/10
Diego Rivera - Conhece a obra deste pintor?
Diego Rivera (1886-1957), pintor mexicano. Depois de estudar na sua pátria, em Madrid e em Paris, regressou ao México em 1921. Data desta época o início do renascimento da grande pintura mural mexicana de que foi um dos arautos. Comunista convicto, Rivera executou uma arte descritiva e de propaganda, atacando e satirizando a burguesia e procurando exaltar os valores culturais da tradição local. A sua vasta obra de muralista (cerca de 4.000 m2) é de valor plástico desigual. Rivera dedicou-se também, entre 1936 e 1940, à pintura de cavalete (paisagens, retratos, figuras populares). A sua obra, embora de forte acento didáctico e propagandístico, possui certa ingenuidade e lirismo, que, por vezes, superam a paixão sócio-política, que ordinariamente a inspirava.
http://www.youtube.com/user/cjgteles#p/a/u/1/zW4g6aPP3VQ
http://www.youtube.com/user/cjgteles#p/a/u/0/O-p6ypdIeqY
27/03/10
A Nau Catrineta
Lá vem a nau Catrineta
Que tem muito que contar!
Ouvide agora, senhores,
Uma História de pasmar.
Passava mais de ano e dia
Que iam na volta do mar,
Já não tinham que comer,
Já não tinham que manjar.
Deitaram sola de molho
Para o outro dia jantar;
Mas a sola era tão rija,
Que a não puderam tragar.
Deitam sortes à ventura
Qual se havia de matar;
Logo foi cair a sorte
No capitão general.
- Sobe, sobe, marujinho,
Aquele mastro real,
Vê se vês terras de Espanha,
As praias de Portugal.
- Não vejo terras de Espanha,
Nem praias de Portugal;
Vejo sete espadas nuas
Que estão para te matar.
- Acima, acima, gajeiro,
Acima, ao tope real!
Olha se enxergas Espanha,
Areias de Portugal.
- Alvíssaras, capitão,
Meu capitão general!
Já vejo terras de Espanha,
Areias de Portugal.
Mais enxergo três meninas
Debaixo de um laranjal:
Uma sentada a coser,
Outra na roca a fiar,
A mais formosa de todas
Está no meio a chorar.
- Todas três são minhas filhas,
Oh, quem me dera abraçar!
A mais formosa de todas
Contigo a hei-de casar.
- A vossa filha não quero,
Que vos custou a criar.
- Dar-te-ei tanto dinheiro
Que o não possas contar.
- Não quero o vosso dinheiro
Que vos custou a ganhar.
- Dou-te o meu cavalo branco,
Que nunca houve outro igual.
- Guardai o vosso cavalo,
Que vos custou a ensinar.
- Dar-te-ei a nau Catrineta,
Para nela navegar
- Não quero a nau Catrineta,
Que a não sei governar.
- Que queres tu, meu gajeiro,
Que alvíssaras te hei-de dar?
- Capitão, quero a tua alma
Para comigo a levar.
- Renego de ti, demónio,
Que me estavas a atentar!
A minha alma é só de Deus;
O corpo dou eu ao mar.
Tomou-o um anjo nos braços,
Não no deixou afogar.
Deu um estouro o demónio,
Acalmaram vento e mar;
E à noite a nau Catrineta
Estava em terra a varar.
Romanceiro
Almeida Garrett
Que tem muito que contar!
Ouvide agora, senhores,
Uma História de pasmar.
Passava mais de ano e dia
Que iam na volta do mar,
Já não tinham que comer,
Já não tinham que manjar.
Deitaram sola de molho
Para o outro dia jantar;
Mas a sola era tão rija,
Que a não puderam tragar.
Deitam sortes à ventura
Qual se havia de matar;
Logo foi cair a sorte
No capitão general.
- Sobe, sobe, marujinho,
Aquele mastro real,
Vê se vês terras de Espanha,
As praias de Portugal.
- Não vejo terras de Espanha,
Nem praias de Portugal;
Vejo sete espadas nuas
Que estão para te matar.
- Acima, acima, gajeiro,
Acima, ao tope real!
Olha se enxergas Espanha,
Areias de Portugal.
- Alvíssaras, capitão,
Meu capitão general!
Já vejo terras de Espanha,
Areias de Portugal.
Mais enxergo três meninas
Debaixo de um laranjal:
Uma sentada a coser,
Outra na roca a fiar,
A mais formosa de todas
Está no meio a chorar.
- Todas três são minhas filhas,
Oh, quem me dera abraçar!
A mais formosa de todas
Contigo a hei-de casar.
- A vossa filha não quero,
Que vos custou a criar.
- Dar-te-ei tanto dinheiro
Que o não possas contar.
- Não quero o vosso dinheiro
Que vos custou a ganhar.
- Dou-te o meu cavalo branco,
Que nunca houve outro igual.
- Guardai o vosso cavalo,
Que vos custou a ensinar.
- Dar-te-ei a nau Catrineta,
Para nela navegar
- Não quero a nau Catrineta,
Que a não sei governar.
- Que queres tu, meu gajeiro,
Que alvíssaras te hei-de dar?
- Capitão, quero a tua alma
Para comigo a levar.
- Renego de ti, demónio,
Que me estavas a atentar!
A minha alma é só de Deus;
O corpo dou eu ao mar.
Tomou-o um anjo nos braços,
Não no deixou afogar.
Deu um estouro o demónio,
Acalmaram vento e mar;
E à noite a nau Catrineta
Estava em terra a varar.
Romanceiro
Almeida Garrett
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